CABRITISMO : ..Governantes de Angola acusados de ..”CRIMINOSOS” .. (video..)..

O activista Bob Geldof havia afirmado em 2008, em Lisboa, no Hotel Pestana Palace, que Angola é um paísgerido por criminosos, palavras que na altura levaram o embaixador angolano, a abandonar  a meio, a reunião decorrida na cidade capital portuguesa.

Ana Mendes

A conferência sobre o Desenvolvimento Sustentável organizada pelo Banco Espírito Santo e pelo jornal “Expresso, dedicando uma intervenção de cerca de vinte minutos ao tema “Fazer a Diferença”, no fim da qual o ex-embaixador angolano, Assunção dos Anjos abandonou a sala, segundo  dados  que o Jornal Hora H teve acesso.

“Angola é gerida por criminosos,” acusou o organizador do Live Aid e do Live 8, que antes foi também um músico bem-sucedido.

“As casas mais ricas do mundo que estão na Baía de Luanda, são mais caras do que em Chelsea e ParkLane” apontou, estabelecendo como comparação, estes dois bairros luxuosos da capital inglesa.

Relativamente a Portugal, o músico irlandês considerou que o país deve ser um parceiro de Angola devido ao seu passado  acrescentou que, tanto Portugal como Espanha e Itália, “serão os primeiros [países europeus] a sofrerem os impactos de qualquer problema em África,”acrescentou.

Assim, Portugal deveria ter especial interesse em promover odesenvolvimento em África”, já que tem “uma economia muito vulnerável, numa economia que depende do clima e está em paredes-meias com África”, afirmou o activista Bob Geldof, segundo o Público.

Volvidos onze anos de má governação, e posteriormente a saída de José Eduardo dos Santos na presidência da república e do MPLA, em dois mil e dezassete, foram aparecendo os saques, em que os governantes angolanos estavam envolvidos, durante os trinta e oito anos de governação, daquele que é considerado pelos angolanos, o maior corrupto e carrasco de Angola.

Com a tomada de posse do actual presidente da República e do MPLA João Manuel Gonçalves Lourenço, em Setembro de dois mil e dezassete, começaram a vir à tona os supostos roubos do erário público, que muitos governantes faziam ao longo do seu mandato,

e a serem notificados pela Procuradoria Geral da República (PGR), para justificarem e responsabilizá-los criminalmente, caso seja comprovado o desvio das verbas do Estado angolano.

E, como consequências da má governação e do roubo do dinheiro do país, Angola caiu numa miséria extrema, que tem sido difícil de recuperar dado o índice elevado de corrupção,

nepotismo, bajulação, em que as instituições do governo do MPLA, liderado por José Eduardo dos Santos estavam mergulhadas, deixando a população à sua sorte.

Em Angola, a maior parte dos governantes que exerceram cargos de destaque no governo de José Eduardo dos Santos enfrentam processos crime, por gestão do erário público, ou mesmo no desvio de verbas alocadas para execução de serviços a favor da população que,

como consequências temos estado a ver nos últimos tempos, pessoas a morrer por falta de água, energia nas instituições públicas, falta de medicamentos, estradas que já foram pagas pelo Estado em péssimas condições, escolas sem carteiras, desvios de bens, etc…

OS SUPOSTOS IMPLICADOS NO ROUBO DO DINHEIRO DO ESTADO 

Recentemente, foi posto a circular no site Club-K, que o ex-ministro das Finanças José Pedro de Morais Júnior, devolveu Usd 60 milhões $$ (sessenta milhões de dólares), aos cofres do Estado:

      .. José Pedro de Morais Júnior …

assim sendo, o referido valor ao ser devolvido ao governo, está claro que o referido governante desviou milhões de dólares, enquanto governante.

De acordo com os dados do portal em referência, José Pedro de Morais, é até ao momento identificado como o que “melhor” colaborou com as autoridades angolanas, devolvendo aos cofres do Estado, a quantia de 60 milhões $$ de dólares americanos; tudo tem a ver com o processo de repatriamento que o Presidente João Lourenço implementou no princípio da sua governação, ao fazer cumprir o que prometeu na campanha eleitoral,

Corrigir o que está mal e melhorar o que está bem”.

     .. O massacre .. de Mont sumi …

Segundo a fonte, no momento em que o Presidente da República, João Lourenço encorajou os cidadãos nacionais a repatriarem, voluntariamente, os seus fundos depositados em bancos estrangeiros, sob pena da sua recuperação compulsiva pelo Estado,

e consequente procedimento judicial contra os faltosos, o antigo ministro das finanças teria se colocado na linha da frente manifestando predisposição em abraçar a “oferta,” em troca do perdão presidencial.

Pedro de Morais Júnior é geralmente citado como tendo activos na casa dos 2 biliões de dólares $$ , adquiridos ao tempo da governação de José Eduardo dos Santos.

Os seus interesses passaram pela banca (Ex-BANC, BNI, Banco Keve e exterior do país), empresas de seguros (Global Seguros), jogo de sorteios como totoloto (FININGEST) e casinos. Controla fazendas no Cuanza Sul rede escolar, hotéis, etc.

Os seus interesses se cruzaram também com a Coca-Cola Bottling, Luanda.

COMO A PGR COMEÇOU A NOTIFICAR OS SUPOSTOS SAQUEADORES

Depois de José Eduardo dos Santos passar a presidência ao General João Manuel Gonçalves Lourenço, e ter constituído o seu governo, o Chefe de Estado deu poderes aos seus colaboradores directos,

para fazerem cumprir a Lei, dizendo que “ninguém é tão poderoso que não pode ser julgado e ninguém é tão pobre que não pode ser protegido”, afirmou. Assim, começaram as interpelações a antigos membros do regime e em 2018, o antigo ministro e ex-governador do BNA,

José Pedro de Morais Júnior foi confrontado pelo Serviço Nacional de Recuperação de Activos (SNRA), liderado pela procuradora Eduarda Rodrigues que o convidou a devolver 50 milhões $$ de dólares aos cofres do Estado. Pedro de Morais, não só entregou o que lhe foi solicitado como também decidiu, por vontade própria, dar um extra de 10 milhões $$ de dólares que se totalizou em Usd 60 milhões $$.

CASO FEDSA: JEAN CLAUDE

De acordo com o site em que o Hora H vem citando, em finais de Julho, vários juristas chamaram atenção ao facto de o combate à corrupção levado a capo pelo governo de João Lourenço, correr o rico de ficar beliscado, uma vez que alguns visados estavam a beneficiar da retirada de acusações, (exemplo de Jean Claude Bastos de Morais) em troca da devolução de valores,

enquanto que outros como Augusto Tomás estão a enfrentar penas pesadas, mesmo sem o tribunal e, segundo a sua defesa, ter conseguido provar que o mesmo usou fundos do CNC para proveito pessoal.

O jurista e académico português Rui Verde, chamou atenção, recentemente sobre o fenómeno de combate à corrupção que aconteceu no Brasil, ficou beliscado com a descoberta de que os juízes estariam a usar a justiça para cometer arbitrariedades.

“Combater a corrupção utilizando o puro arbítrio, atropelando a lei ou baseando as acções em opiniões e não em regras, acaba sempre por trazer maus resultados.

Basta ver a polémica em que o ex-juiz Sérgio Moro está envolto no Brasil, pelo seu papel pouco claro na condução da operação Lava-Jato

Esta operação era necessária, e fundamental para o Brasil, mas arrisca-se a cair no ridículo devido aos aparentes atropelos legais cometidos pelo juiz,

o mesmo se pode passar em Angola”, lê -se na análise de Rui Verde, publicada no Maka Angola.

O CASO CNC: TOMÁS RECUSOU ENTREGAR 40 MILHÕES 

Simultaneamente, o Serviço Nacional de Recuperação de Activos (SNRA) convocou também, na altura, o antigo ministro dos Transportes, Augusto da Silva Tomás a quem foi-lhe solicitado a devolver a quantia de 40 milhões de dólares.

O ex-titular dos Transportes alegou não ter estes valores disponíveis e acabou por enfrentar um processo por alegadas irregularidades na gestão do Conselho Nacional de Carregadores (CNC), de que resultou na sua detenção e condenação a 14 anos de prisão.

Ana Paula dos Santos, ex-primeira-dama, separada de José Eduardo dos Santos, que também se beneficiou do CNC (Conselho Nacional de Carregadores), viu-se obrigada a devolver mais de 15 milhões de $$ dólares que foram indevidamente transferidos para uma das suas contas bancárias: o seu nome foi excluído do processo.

O Presidente da FESA, Ismael Diogo também devolveu 25 milhões de dólares em Outubro de 2018, depois de ter sido detido e libertado mediante pagamento de uma fiança.

De parte, no escândalo CNC, ficou também de fora a empresa GEFI, a holding empresarial do MPLA que terá recebido financiamentos usados para campanha eleitoral.


Joaquim Sebastião antigo gestor do Instituto Nacional de Estradas de Angola (INEA), cedeu a favor do Estado, parte do seu património depois de ter ficado seis meses preso.

Foram-lhe também congeladas as contas bancárias.

O Serviço Nacional de Recuperação de Activos (SNRA), deixou-lhe com um apartamento e com o equivalentes 5 milhões de $dólares, para cuidar de um câncer da próstata e outras despesas pessoais, como o pagamento à uma construtora portuguesa que lhe construiu uma luxuosa vivenda em Talatona, por 30 milhões de $dólares americanos.

Ou seja, terá de concluir a prestação (pagamento) da vivenda luxuosa, que lhe foi confiscada pelo Estado.

Os seus antigos colegas do INEA, também implicados no mesmo processo, negociaram no sentido de fazer a devolução de bens e de valores pecuniários em troca de liberdade e de eventuais perturbações judiciais.

Ana Mendes

jornalhorah –

Outubro 10, 2019

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Mise en forme : Jinga Davixa

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Março 16th, 2020 Por
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