Categoria: Banditismo

Março 1st, 2020 Por cabritta

Lisboa – As autoridades angolanas enviaram na noite de sábado (29), uma aeronave a província do Cunene, a fim de trazer à Luanda, o general na reforma Bento dos Santos “Kangamba” que fora detido na manha deste mesmo dia na localidade do Xangongo.

Em Luanda, o também Presidente do Kabuscorp foi levado para o  Hospital Prisão do São Paulo, para ai pernoitar e aguardar pela sua soltura na próxima segunda-feira (2).

Fonte: Club-k.net

‘Mandado de detenção’ feito horas depois da detenção …

De acordo com a reconstituição da ocorrência dos factos, na passada sexta-feira, os advogados de Bento Kangamba receberam uma notificação para o mesmo ser ouvido na PGR no próximo dia 5 de Março e ser comunicado da sua condição de arguido num processo movido por uma empresaria Teresa Gerardin devido ao incumprimento de uma divida contraída de 15 milhões de euros contraída em 2017.

O general pagou 12 milhões de forma faseada faltando 3 milhões de euros. O atraso da última tranche levou com que a Teresa Gerardin recorresse pela intervenção da justiça.

Segundo apurou o Club-K, na quinta-feira (27) de tarde, o general Bento “Kangamba” deslocou-se ao sul de Angola, por estrada, com dois dos seus escoltas e um homem de campo para tratar de alegados negócios tendo passado pela Gabela, e Lobito.

Na noite de sexta-feira (28) para sábado (29) pernoitou na cidade de Ondjiva, ficando hospedado no Hotel “Aguia Azul”.

Passou todo a manha na região  e havia acertado/programado percorrer 280 km por estrada até ao Lubango, província da Huíla com um homem de campo, enquanto isso, os guardas ficariam no hotel aguardando pelo seu regresso.

Por volta das 12h, o general e o seu colaborador saiam do hotel com destino ao Lubango, e foram interpelados por oficiais do Serviço de Investigação Criminal (SIC), na zona do Xangongo que mandaram parar a viatura em que se faziam seguir.

   .. se dirigido ao general com as algemas para o prender

Os oficiais do SIC abriram-lhe a porta e convidaram lhe a sair da viatura tendo um deles se dirigido ao general com as algemas para o prender

Kangamba que trajava um calção azul e camisola vermelha, questionou sobre as razões que estariam a prende-lo questionando pelo mandado de detenção. Um dos agentes do SIC, respondeu que não traziam “mandado” algum e que tratava se de “ordens superiores”.

No seguimento do impasse entre as partes sobre a existência de ordem de detenção”,

os agentes do SIC telefonaram para a cadeia de comando em Luanda informando que Bento Kangamba estaria a questionar sobre a existência de algum “mandando de detenção, já que tinha conhecimento que recebera – por via dos seus advogados no dia anterior –

uma notificação para ir prestar declarações à PGR no próximo dia 5 de março.

Ao receberem o telefonema, a “cadeia de comando” em Luanda, pediu que aguardassem, tendo em conta que era sábado, dia de folga, os oficiais em serviço, na capital do país telefonaram ao Procurador Vanderley Bento Mateus para saber sobre o seu paradeiro, e este fora solicitado a escrever um “mandado de detenção que serviu para legalizar a prisão do mesmo, razão pela qual houve atraso. Por volta das 14h30, o “mandado de detenção foi enviado aos oficiais do SIC, em Luanda.

No momento da detenção, os agentes do SIC confiscaram-no um telefone celular da marca “nokia”, a arma pertencente ao escolta que estava no hotel, mais uma quantia de 900 mil kwanzas (equivalente a USD 1800), e cerca de 10 mil rands sul africano (USD 640 ).

Em Luanda, os seus advogados rebateram o assunto alegando que até a data da detenção de Bento Kangamba ele não era arguido e não tinha impedimento de viajar pelo país ou fora.

Justificaram que a inexistência de planos de por se em fuga, visto que no dia que saiu de Luanda, esteve durante a tratar de assuntos seus no Tribunal Supremo, e somente no período da tarde é que viajou para o interior do país.

Na visão da defesa, uma eventual detenção de Kangamba somente seria legal depois de

incumprimento da convocatória marcada para o próximo dia 5 de Março.

A detenção, segundo alegam, é o ultimo recurso depois da não comparência de uma terceira notificação. De acordo com o jornalista Osvaldo do Nascimento, especialista em reportagens sobre crime,

“o argumento de que não atendeu a três notificações, tal como refere a Lei, não é suficiente para o deter”, porque “a cominação legal para esses casos é a justificação.”

“Ao cabo da terceira ausência, sempre pode justificar. Ademais, não é detendo que se cumpre a lei. Não comparecer, depois de notificado (temos também de perceber se as notificações foram cognoscíveis), fá-lo incorrer na prática do crime de desobediência cuja moldura penal não impõe a medida cautelar de detenção, salientou o jornalista.

No seguimento de irregularidades cometidas com a sua detenção, as autoridades em Luanda decidiram nesta mesma noite enviar uma aeronave (focker afecta a Casa Militar) ao Cunene para leva-lo a capital do país.

Segundo fontes dos serviços prisionais, general deverá ter a sua liberdade restituído, na manha de segunda-feira.

 

Club- K – 

Mise en forme : jinga Davixa

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Novembro 12th, 2019 Por cabritta
Luanda – A proposta do Orçamento Geral do Estadopara 2020 já deu entrada na Assembleia Nacional de Angola e é avaliado em 15 biliões de Kwanzas cerca de 24 mil milhões $$ de dólares.

Grande parte, mais da metade do mesmo vai servir para pagar a divida publica do pais, segundo o responsável da economia da presidência da republica Manuel Nunes Junior.

O executivo pretende priorizar no OGE a consolidação fiscal com realce para o controlo da divida publica e o relançamento da actividade económica do país.

Economistas apoiam a prioridade de se apgar a dividas mas entendem que muitas delas deviam ser investigadas.

Muitas destas dívidas são falsas e se nós queremos de facto transparência, combater a corrupção, devia-se começar primeiro por se certificar toda a divida antes mesmo de as liquidar”, disse David Kissadila.

Damiao Cabulo, outro economista pensa que é positivo o pagamento da divida publica mas antes deve ser auditada.

Enquanto não se for a fundo nesta questão o sacrificado vai ser sempre o povo, disse acrescentando que “normalmente os OGE em Angola têm sido fonte de enriquecimento de muitos políticos”.

 

*Manuel JoséFonte: VOA

 

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Novembro 4th, 2019 Por cabritta

Luanda – O antigo vice-governador de Luanda para o Sector Económico, Miguel Ventura Catraio chamou o Club-K,

na passada quinta-feira (31), em Luanda,  para dar a  versão que estiveram na base da sua esposa a não seguir  para Nova Iorque como Cônsul Geral de Angola.

Catraio rejeita a versão  de que a senhora não tenha seguido viagem por sua causa,  pois não tem duvidas que “criaram um presente envenenado para afastar a diplomata”.

Fonte: Club-k.net

“Criaram um presente envenenado para afastar a minha esposa”

 

       .. Edith do Sacramento Lourenço Catraio

 

Miguel Catraio, esteve há a poucos anos preso, depois  ter sido considerado o mentor moral de crimes cometidos em Abril de 2015,

quando a jovem Nikilauda Vieira Dias Galiano “Neth” foi agredida e lhe foi aplicado jindungo nos órgãos genitais.

Aos 30 de Agosto de 2016 foi colocado em liberdade ao  beneficiar  de uma amnistia geral decretada pelo antigo Presidente, José Eduardo dos Santos.

Por agora, diferente da versão pública de que que o consulado dos EUA, em Luanda,  o teria rejeitado a emissão de um visto de viagem por alegado cadastro criminal, Miguel Catraio, descarta esta tese, uma vez que,  desde saiu  da prisão, já esteve nos Estados Unidos da América pelo que o seu nome não consta em nenhuma lista de impedidos.

A quando esteve na Bélgica, o consulado dos EUA, em Bruxelas,   emitiu–lhe um visto diplomático aos 7 de Junho de 2017 que expirou em Junho deste ano, como fez questão de mostrar a equipa do Club-K.

Miguel Catraio, explica que viajou sem constrangimento para visitar um dos filhos que estava a estudar neste país.

Por outro lado, o Club-K, contactou o consulado americano em Luanda, mas estes reservam-se na  confidencialidade  por imperativos legais.

“os registos sobre solicitação de visto são confidenciais por imperativo da lei dos EUA. Por este motivo, o Consulado não pode comentar sobre pedido de visto de um requerente”, justificou uma fonte consular norte americana.

Pelo que tem acontecido ou circulado, o economista Miguel Catraio não tem duvidas que a versão popular de   alegada rejeição do seu  visto viagem seja mesmo um embuste.

O mesmo acredita que o ministério das relações exteriores (MIREX) não deu entrada do seu passaporte, uma vez que o seu documento de viagem não traz nenhum carimbo de negação de visto.

O MIREX também não apresentou a sua família alguma nota verbal justificando o que aconteceu com o seu caso, uma vez que houve a emissão de visto para a esposa e para uma filha do casal.

De acordo com o entrevistado, “nesta situação toda onde vitima Miguel Catraio, e a minha esposa paga por tabela, por uma grande invenção contra a minha pessoa, estrangulam uma família que estariam em paz, porque haviam objectivos inconfessos muito forte, do senhor ministro das relações exteriores e sua equipa. Fizeram toda esta situação, dramatizaram, junto provavelmente da embaixada americana.”

Catraio continua  acreditar  que altos funcionários do MIREX terão recuado da decisão de enviar a sua esposa como Cônsul de Angola em Nova Iorque depois dela rejeitar a imposição que visava nomear para aquela missão consular um familiar do ministro Manuel Augusto e um outro da Vice-Presidente do MPLA, Luísa Damião.

“Há uma verdade por detrás disso tudo, em causa interna, o senhor ministro pretendeu impor a embaixadora Edith,  nomeada cônsul em Nova Iorque, que tivesse no consulado, a sua filha (do Sr Ministro) e a da vice-Presidente do MPLA, ação esta rejeitada pela cônsul nomeada porque haviam incompatibilidade de varia ordem”, diz Miguel Catraio

alegando que “inconformados com a recusa deram inicio a todo este processo de procurar um alibi para inviabilizar a ida a Nova Iorque da cônsul nomeada.”

Segundo Catraio, “esta é a grande verdade de ordem interna conhecida por todos os quadros do ministério das relações exteriores”.

O também economista defende-se lembrando que “do ponto de vista legal, Miguel Catraio não é um criminoso. Os actos desta natureza não são transmissíveis. Eu não quero ficar com o ónus que a cônsul nomeada não fui cumprir a sua função por causa do marido, é uma mediocridade aceitarmos que nos corredores do MIREX seja o próprio ministro e os seus pupilos alegarem que foi aquele crime de Miguel Catraio e que América é assim.

Tudo falso”

Catraio entende que se a direção do MIREX estivesse a agir de boa fé teriam prosseguido com o processo de envio da diplomata a Nova Iorque como cônsul mesmo sem a sua companhia como esposo. “Em lógica o que deveria ser de jure, seria a diplomata seguir para Nova Iorque, nem que fossem em reposição da legalidade dos actos”, defendeu.

Segundo conta ainda  “Por ordem superiores invisíveis,  porque não existe documentação nenhuma a contrariar nada disso (a nomeação ), a diplomata não foi para Nova Iorque e a justificação pública foi difamar o marido por um crime já amnistiado, e que o ministério não teve capacidade de resolver o problema”, disse.

Catraio vai mais longe denunciando que a direção do MIREX arranjou em tempo recorde “uma funcionaria com a categoria de vice cônsul no Dubai, e que haveria de certa forma satisfazer as vontades do titular, e a promoveram em 24horas para o posto consular em Nova Iorque. O inverso não aconteceu, é importante que seja a resposta a legalidade dos actos. Que tenham a coragem de corrigir este erro”.

Diplomata rejeita novo cargo  

Há semana passada o ministro Manuel Augusto convocou a esposa de Miguel Catraio, Edith do Sacramento Lourenço Catraio para que escolhesse um cargo a nível do ministério, em do posto de Cônsul-Geral em Nova Iorque, mas esta acabou por rejeitar as ofertas a pretexto de no futuro não ser acusada de ter sido privilegiada por irmã Presidente da República.

Associação de Diplomatas pede abertura de inquérito

Por sua vez, fonte da  Associação de Diplomatas de Angola (ADA) fez circular uma nota manifestando solidariedade a diplomata que já não vai como Cônsul em Nova Iorque e por outro lado apela ao Presidente da Republica a instauração de um inquérito em honra da verdade.

“Nós Diplomatas e funcionários do MIREX apoiamos nossa colega Embaixadora Edith e Família Catraio. Todas as verdades foram ditas e muito mais existe para dizer.

Apelamos a sua Excelência Presidente da República João Manuel Gonçalves Lourenço para exonerar toda a direcção do MIREX e mandar instaurar um inquérito, uma sindicância”, le-se na nota atribuída a ADA.

Segundo a nota,  “Essa direcção está a proceder muito mal e a manchar a imagem do país que devemos promover. Neste mês comemorativo da nossa Independência e da criação do Ministério das Relações Exteriores, precisamos a nível da Diplomacia, de recuperar a nossa Dignidade

 Club-k – novembro 02, 2019

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« Nando » essaie d’entrer aux États-Unis…

MARCY LOPES : .. A destituição do presidente ?..

LAVA JATO : Destruir o covil de ladrões …

ANGOLA : Employés du Ministère des affaires étrangères et,.. logés à l’hôtel de luxe RITZ – Lisbonne…

ANGOLA : L’escapade présidentielle,.. le FRIC.. c’est CHIC !..

LAVA JATO : Proteção a ‘marimbondos’ faz cair ministro Melo …

LAVA JATO : Destruir o covil de ladrões …

PRÉSIDENT : Le Combat des Crimes de Corruption,.. exige une nouvelle Loi …

MIREX : Ministère des affaires étrangères, de graves irrégularités,.. ma vie est en danger… – A. Lima Viegas

LAVA JATO : Demissão de Rui Ferreira, e nomeação do novo presidente do Supremo …

« Nando » essaie d’entrer aux États-Unis…

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Junho 1st, 2019 Por cabritta

LuandaAo não conferir honras de Estado às exéquias de JMS, o Executivo não só deixou a rédea solta à UNITA para que o partido do Galo Negrocolhesse os benefícios políticos com o seu morto, como também não avaliou devidamente a situação, já que não contava com as simpatias que JMS ainda goza, mesmo depois morto e diabolizado até à exaustão.

Como que apanhados em conta mão, os «iluminados»do regime foram surpreendidos com os banhos de multidão que o acto tem vindo a mobilizar nas tradicionais praças-fortes do Galo Negro.

Nas contas mal feitas de alguns desses «pensólogos», as cerimónias fúnebres, sobretudo no Kuito seriam uma forma de reacender, ou adensar a animosidade da população local que, há mais de quarto de século, sofreu na carne o cerco à cidade e as atrocidades cometidas pelo movimento rebelde então liderado por JMS.

Ledo engano !

   .. O gesto, algo musculado do general Pedro Sebastião

O gesto, algo musculado do general Pedro Sebastião, terá sido uma corrida desesperada «atrás do prejuízo», de forma a reduzir ao mínimo o impacto político do funeral do «cadáver mais incómodo» do país. Como se isso não bastasse, cometeram outro erro: isolar a família de JMS do partido de que ele fora fundador.

Em boa verdade, o erro não começou no actual governação de JLo, mas de JES que não soube libertar o corpo do líder rebelde quando, nos primeiros 5 anos subsequentes à sua morte, a sua popularidade estava acentuadamente de rastos em que o nome de JMS quase que causava náuseas em vários segmentos da população.

Com o tempo foi-se dando conta que, afinal, a morte de JMS não só deixou órfão a UNITA, como também o próprio MPLA que perdera um «aliado contra natura», com o qual repartia as culpas da má governação e a crescente incapacidade de satisfação das necessidades básicas das populações, tais como o fornecimento de água potável, energia, saúde e saneamento básico.

Depois da realização com sucesso das exéquias do general Bem Ben, JLo tinha tudo para brilhar com JMS caso apostasse num funeral de Estado, à semelhança do que ocorreu meses antes em Moçambique em que o seu homólogo Filipe Nyusi que, n

um assomo de coragem e em desafio às correntes mais conservadoras da FRELIMO e das Forças Armadas, não hesitou em acolher os restos mortais de Afonso Dhlakama.


Ao elevado gesto de humanismo e tolerância política não se pode dissociar o facto de, num clima de guerra, ainda que de baixa intensidade, o chefe de Estado ter abandonado o conforto do seu palácio da Ponta Vermelha e ter ido ao encontro do então da RENAMO que se refugiara na Gorongosa.

Espero que o MPLA e a ala mais conservadora do regime saibam fazer as devidas leituras e tirem as ilações mais apropriadas deste episódio, que quase deixou cair por terra todos os esforços de Reconciliação Nacional empreendidos pelo PR JLo.

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Fonte : Facebook –

Mise en forme : jinga Davixa

 

 

LAVA JATO : Americanos atacam a Corrupção em Moçambique. E ANGOLA ??..

Sepulcro de Savimbi construído pelo próprio filho …

FAMINE : ..Si Cunene est L’Angola,.. alors Joao Lourenço est un Menteur !..

LUNDA NORTE : Cafunfo en État de Siège,.. les Manifestants sous le Feu de l’ Armée,.. et de la POLICE …

LAVA JATO : Americanos atacam a Corrupção em Moçambique. E ANGOLA ??..

ANGOLA : LUNDA-NORTE EST EN DEUIL,.. LE RÉGIME CONTINUE D’ ASSASSINER …

KLEPTOCRATIE : un (une) « kleptocrate »  ne peut être promu(e) … Ni ministre, ni dirigeant(e),..  ni xxx..x.. et … ni Vice-xxx..x…..

ANGOLA : une Église inféodée, est identique à une église sans foi.

LAVA JATO : Americanos atacam a Corrupção em Moçambique. E ANGOLA ??..

Sepulcro de Savimbi construído pelo próprio filho …

UNITA : 52 ans d’existence,.. 52 ans d’expérience … au service de la LIBERTÉ !.. – par : Paulo Lukamba Gato

LETTRE OUVERTE : ..( et publique ) au Président João Lourenço – William Tonet

LAVA JATO : Americanos atacam a Corrupção em Moçambique. E ANGOLA ??..

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Maio 28th, 2019 Por cabritta

ANGOLA : Comunismo, Népotismo, e….Cabritismo !…

Caros leitores !..

Cabritismo ?.. aos seus lugares

                           é….muita..….….muita…….

  Conection..

Cabrito

     …desonestidade !..

 

 

 

AMERICANOS ATACAM A CORRUPÇÃO EM MOÇAMBIQUE. E ANGOLA ?

 

No dia 19 de Dezembro de 2018, o Grande Júri do Tribunal Federal de Nova Iorque produziu uma acusação contra várias entidades ligadas a um escândalo de corrupção em Moçambique. Esse escândalo envolveu um empréstimo “secreto” ao país, no valor de dois biliões $$ de dólares, cujo destino é incerto, bem como o pagamento comprovado de 200 milhões de $$ dólares em subornos.

Antes de avançarmos nos factos e ramificações do caso em Angola, há três notas que se impõem.

Notas prévias

A primeira nota é que que se trata de um caso em que a jurisdição norte-americana intervém num caso que afecta Moçambique.

Isto acontece sobretudo devido à inoperância das autoridades moçambicanas em agir depois de essa negociata ter sido descoberta em 2016.

Lembremos que, na altura, as revelações levaram a uma forte condenação da comunidade internacional que doava e apoiava financeiramente Moçambique, bem como do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Face ao impacto internacional da situação, os Estados Unidos intervieram judicialmente, a coberto das suas generosas normas processuais sobre competência internacional.

Aqueles que pensam que a corrupção é um mero fenómeno criminal sem impacto na política e economia dos países, desenganem-se.

A corrupção está a valer a perda da soberania moçambicana.

A segunda nota é sobre o papel fundamental que a delação premiada tem nestes casos.

Aparentemente, segundo a acusação, muitos dos factos dela constante resultaram da colaboração com o Departamento de Justiça dos EUA de três arguidos moçambicanos que terão recebido cerca de 23 milhões de dólares em subornos.

Finalmente, a terceira nota tem a ver com o facto de a justiça americana não acusar apenas os moçambicanos.

Destaca os banqueiros, a quem coube montar todo o esquema dos empréstimos “secretos”.

É fundamental que os “facilitadores” das negociatas também sejam indiciados nos casos criminais de corrupção.

 

O caso

Os acusados no processo são oito: Manuel Chang, ministro das Finanças de Moçambique entre 2005 e 2015 (na fotografia, após detenção em Joanesburgo), e que ocupava a pasta quando os empréstimos foram concedidos;

-*- dois moçambicanos com nome ocultado, possivelmente por terem uma ordem de prisão lançada e não executada ainda;

-*- dois altos executivos da empresa Privinvest, a qual terá recebido os dois biliões e que teria de fornecer barcos e equipamento de protecção costeira a Moçambique (um indivíduo ainda não identificado e Jean Boustani, considerado o líder das negociações e vendas da Privinvest);

-*- e três banqueiros do Crédit Suisse que, entretanto, já foram detidos em LondresAndrew Pearse, Surjan Singh, e Detelina Subeva.

Temos, então, três tipos de agentes nesta história: os moçambicanos, que recebem os subornos e obtêm o empréstimo; os banqueiros, que terão organizado o empréstimo fraudulento; e a Privinvest, que cobrou preços “inflacionados” que serviram para pagar subornos e comissões ilegais.

 

A Privinvest e suas ligações a Angola

Centremo-nos na Privinvest.

Trata-se de uma empresa sediada em Beirute, no Líbano, mas com uma forte implantação no Golfo, designadamente em Abu Dhabi, onde também se encontra a empresa Abu Dhabi Mar, que recebeu uma parte dos empréstimos.

A Privinvest pertence a Iskandar Safa, bilionário franco-libanês, e ao seu irmão Akam Safa. A actividade principal da empresa é a construção naval.

Esta empresa está no centro do negócio que as autoridades norte-americanas apelidam de corrupto e pretendem julgar e punir no seu país.

A curiosidade são os negócios da Privinvest em Angola.

Em Junho de 2017, um conhecido órgão digital (Club-K) reportava que José Eduardo dos Santos estava a querer envolver João Lourenço nas suas articulações corruptoras, dando como exemplo o seguinte:

Contrato de fornecimento e assistência técnica de 17 embarcações de patrulha, intersecção e transporte militar, incluindo peças sobressalentes, entre o Ministério da Defesa Nacional e a

empresa Privinvest Shipbuilding Investments LLC, no montante total equivalente em Kwanzas a 495.000.000,00.

Tal contrato, aliás, tinha sido aprovado pelo despacho presidencial n.º 258/16, publicado em Diário da República a 29 de Agosto do mesmo ano.

Nesse despacho, JES aprovava a minuta do contrato de fornecimento e assistência técnica de 17 embarcações de patrulha, intersecção e transporte militar com a referida Privinvest e autorizava o então ministro da Defesa, João Lourenço, a celebrar o referido contrato e a desempenhar todos os actos administrativos relativos à sua execução.

Por outro lado, a 6 de Setembro de 2016, o Novo Jornal já tinha informado que a Privinvest se associara à empresa pública Simportex,

“para criar em Angola um estaleiro de ponta, equipado com as mais modernas tecnologias, tendo em vista a construção de navios de guerra e o fornecimento de uma vasta gama de serviços à marinha angolana”.

Fontes do Maka Angola confirmam que um dos negociadores por parte dos estaleiros libaneses em Angola é o mesmo Jean Boustani que aparece acusado nos Estados Unidos, o qual seria visita habitual de Luanda.

Neste momento, a bem da transparência prometida, era importante que o Ministério da Defesa angolano informasse o público sobre a evolução dos dois contratos mencionados: a compra de 17 barcos militares e a construção de um estaleiro em Angola.

É fundamental dissociar qualquer ligação angolana ao caso moçambicano, ou, caso exista, clarificá-la com urgência.

 

Ao contrário do que muitos alegam, a recuperação da economia angolana está intimamente relacionada com o combate à corrupção, quer pelos fundos que liberta, quer pela credibilidade nas políticas públicas que inspira.

Por isso, é urgente evitar colapsos semelhantes ao moçambicano.

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Moiani Matondo

2 de Janeiro de 2019 

Mise en forme : jinga Davixa

O Cabritismo ?.. 

 

LAVA JATO : Marimbondos Roc na Sonangol …

Interesses de Isabel dos Santos arrolados,.. no processo de empresas constituídas,.. com dinheiro roubado do Estado …

SINDIKA DOKOLO : .. O… »Oligarq-ismo » .. « Colecionar-ismo »,.. e… e.. « Cabrit-ismo » ?..

Combate à corrupção em Angola : Difícil mas não impossível – Jornal de Angola

100% “CABRITISMO” ? : O terreno de TCHIZÉ no talatona,.. Fraude ou Favoritismo …

S.O.S : uma Angola livrada do “cabritismo” ?.. para uma nova vida ?….. é possível ?…

ANGOLA : Le PCA de Simportex (Fournisseur monopolistique de l’armée), accusé de “cabritismo”

100% “CABRITISMO” ? : Angola diz que deve 3 BILHÕES $$..a ISRAEL ?.. ISRAEL diz que nao ?..

Congressista alerta JLO que práticas corruptas,.. estão afectar negócios norte-americanos …

BURACOS É CÁ COM A MALTA !..

 

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Maio 23rd, 2019 Por cabritta

ANGOLA : Comunismo, Népotismo, e….Cabritismo !…

Caros leitores !..

Cabritismo ?.. aos seus lugares

                           é….muita..….….muita…….

  Conection..

Cabrito

     …desonestidade !..

 

 

AMERICANOS ATACAM A CORRUPÇÃO EM MOÇAMBIQUE. E ANGOLA ?

 

No dia 19 de Dezembro de 2018, o Grande Júri do Tribunal Federal de Nova Iorque produziu uma acusação contra várias entidades ligadas a um escândalo de corrupção em Moçambique. Esse escândalo envolveu um empréstimo “secreto” ao país, no valor de dois biliões $$ de dólares, cujo destino é incerto, bem como o pagamento comprovado de 200 milhões de $$ dólares em subornos.

Antes de avançarmos nos factos e ramificações do caso em Angola, há três notas que se impõem.

Notas prévias

A primeira nota é que que se trata de um caso em que a jurisdição norte-americana intervém num caso que afecta Moçambique.

Isto acontece sobretudo devido à inoperância das autoridades moçambicanas em agir depois de essa negociata ter sido descoberta em 2016.

Lembremos que, na altura, as revelações levaram a uma forte condenação da comunidade internacional que doava e apoiava financeiramente Moçambique, bem como do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Face ao impacto internacional da situação, os Estados Unidos intervieram judicialmente, a coberto das suas generosas normas processuais sobre competência internacional.

Aqueles que pensam que a corrupção é um mero fenómeno criminal sem impacto na política e economia dos países, desenganem-se.

A corrupção está a valer a perda da soberania moçambicana.

A segunda nota é sobre o papel fundamental que a delação premiada tem nestes casos.

Aparentemente, segundo a acusação, muitos dos factos dela constante resultaram da colaboração com o Departamento de Justiça dos EUA de três arguidos moçambicanos que terão recebido cerca de 23 milhões de dólares em subornos.

Finalmente, a terceira nota tem a ver com o facto de a justiça americana não acusar apenas os moçambicanos.

Destaca os banqueiros, a quem coube montar todo o esquema dos empréstimos “secretos”.

É fundamental que os “facilitadores” das negociatas também sejam indiciados nos casos criminais de corrupção.

 

O caso

Os acusados no processo são oito: Manuel Chang, ministro das Finanças de Moçambique entre 2005 e 2015 (na fotografia, após detenção em Joanesburgo), e que ocupava a pasta quando os empréstimos foram concedidos;

-*- dois moçambicanos com nome ocultado, possivelmente por terem uma ordem de prisão lançada e não executada ainda;

-*- dois altos executivos da empresa Privinvest, a qual terá recebido os dois biliões e que teria de fornecer barcos e equipamento de protecção costeira a Moçambique (um indivíduo ainda não identificado e Jean Boustani, considerado o líder das negociações e vendas da Privinvest);

-*- e três banqueiros do Crédit Suisse que, entretanto, já foram detidos em LondresAndrew Pearse, Surjan Singh, e Detelina Subeva.

Temos, então, três tipos de agentes nesta história: os moçambicanos, que recebem os subornos e obtêm o empréstimo; os banqueiros, que terão organizado o empréstimo fraudulento; e a Privinvest, que cobrou preços “inflacionados” que serviram para pagar subornos e comissões ilegais.

 

A Privinvest e suas ligações a Angola

Centremo-nos na Privinvest.

Trata-se de uma empresa sediada em Beirute, no Líbano, mas com uma forte implantação no Golfo, designadamente em Abu Dhabi, onde também se encontra a empresa Abu Dhabi Mar, que recebeu uma parte dos empréstimos.

A Privinvest pertence a Iskandar Safa, bilionário franco-libanês, e ao seu irmão Akam Safa. A actividade principal da empresa é a construção naval.

Esta empresa está no centro do negócio que as autoridades norte-americanas apelidam de corrupto e pretendem julgar e punir no seu país.

A curiosidade são os negócios da Privinvest em Angola.

Em Junho de 2017, um conhecido órgão digital (Club-K) reportava que José Eduardo dos Santos estava a querer envolver João Lourenço nas suas articulações corruptoras, dando como exemplo o seguinte:

Contrato de fornecimento e assistência técnica de 17 embarcações de patrulha, intersecção e transporte militar, incluindo peças sobressalentes, entre o Ministério da Defesa Nacional e a

empresa Privinvest Shipbuilding Investments LLC, no montante total equivalente em Kwanzas a 495.000.000,00.

Tal contrato, aliás, tinha sido aprovado pelo despacho presidencial n.º 258/16, publicado em Diário da República a 29 de Agosto do mesmo ano.

Nesse despacho, JES aprovava a minuta do contrato de fornecimento e assistência técnica de 17 embarcações de patrulha, intersecção e transporte militar com a referida Privinvest e autorizava o então ministro da Defesa, João Lourenço, a celebrar o referido contrato e a desempenhar todos os actos administrativos relativos à sua execução.

Por outro lado, a 6 de Setembro de 2016, o Novo Jornal já tinha informado que a Privinvest se associara à empresa pública Simportex,

“para criar em Angola um estaleiro de ponta, equipado com as mais modernas tecnologias, tendo em vista a construção de navios de guerra e o fornecimento de uma vasta gama de serviços à marinha angolana”.

Fontes do Maka Angola confirmam que um dos negociadores por parte dos estaleiros libaneses em Angola é o mesmo Jean Boustani que aparece acusado nos Estados Unidos, o qual seria visita habitual de Luanda.

Neste momento, a bem da transparência prometida, era importante que o Ministério da Defesa angolano informasse o público sobre a evolução dos dois contratos mencionados: a compra de 17 barcos militares e a construção de um estaleiro em Angola.

É fundamental dissociar qualquer ligação angolana ao caso moçambicano, ou, caso exista, clarificá-la com urgência.

Ao contrário do que muitos alegam, a recuperação da economia angolana está intimamente relacionada com o combate à corrupção, quer pelos fundos que liberta, quer pela credibilidade nas políticas públicas que inspira.

Por isso, é urgente evitar colapsos semelhantes ao moçambicano.

 

Moiani Matondo

2 de Janeiro de 2019 

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O Cabritismo ?.. 

 

LAVA JATO : Marimbondos Roc na Sonangol …

Interesses de Isabel dos Santos arrolados,.. no processo de empresas constituídas,.. com dinheiro roubado do Estado …

SINDIKA DOKOLO : .. O… »Oligarq-ismo » .. « Colecionar-ismo »,.. e… e.. « Cabrit-ismo » ?..

Combate à corrupção em Angola : Difícil mas não impossível – Jornal de Angola

100% “CABRITISMO” ? : O terreno de TCHIZÉ no talatona,.. Fraude ou Favoritismo …

S.O.S : uma Angola livrada do “cabritismo” ?.. para uma nova vida ?….. é possível ?…

ANGOLA : Le PCA de Simportex (Fournisseur monopolistique de l’armée), accusé de “cabritismo”

100% “CABRITISMO” ? : Angola diz que deve 3 BILHÕES $$..a ISRAEL ?.. ISRAEL diz que nao ?..

Congressista alerta JLO que práticas corruptas,.. estão afectar negócios norte-americanos …

BURACOS É CÁ COM A MALTA !..

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Maio 17th, 2019 Por cabritta

Congressista norte-americano reclama junto de João Lourenço o facto de algumas práticas corruptas perpetradas por entidades angolanas, no caso em concreto por generais, estarem a afectar o investimento de um grupo de empresários dos Estados Unidos em Angola.

Christopher Smith fez a denúncia devido ao incumprimento de um acordo que a ampresa Africa Growth Corporation (AFGC) reclamou ao Congresso norte-americano negociado a 12 de Fevereiro, em Lisboa, pela subprocuradora Eduarda Rodrigues Neto, da Procuradoria-Geral da República, na qualidade de “mandatária” do presidente João Lourenço.

Factos que o congressista expressa numa carta dirigida, a 1 de Maio, ao Presidente Lourenço.

O membro republicano da Câmara dos Representantes do Congresso norte-americano revela preocupação por práticas corruptas” que possam afectar investidores americanos e apela ao titular do poder executivo que “relance os esforços para resolver este caso e recupere o acordo negociado”.

A empresa norte-americana que iniciou um processo nos EUA contra o Governo angolano, devido a alegadas fraudes e expropriações efectuadas por elementos ligados ao anterior regime.

Agora, reclama que a Procuradoria Geral da República (PGR) e o Governo não cumpriram o acordo extrajudicial negociado em Fevereiro, em Lisboa, entre representantes da Africa Growth Corporation (AFGC) e uma procuradora “emissária do presidente João Lourenço”.

O alegado acordo foi negociado a 12 de Fevereiro pela subprocuradora Eduarda Rodrigues Neto, da PGR, que se terá apresentado como “mandatária” de João Lourenço e com autoridade para pôr cobro à disputa que a AFGC e as suas subsidiárias mantêm com Angola desde 2017.

Facto que aconteceu após terem sido “vítimas de roubo e de práticas corruptas por parte de agentes do anterior Governo”, que são acusados de conspirar para furtar propriedades através da apropriação fraudulenta de empresas angolanas detidas pela AFGC”, cujos empreendimentos foram ocupados fisicamente com recurso a ameaças e violência”, explica o congressista.

O caso tem sido notícia nos últimos anos, sobretudo depois das denúncias da empresa, iniciadas em 2017, de “conspiração, fraude e apropriação violenta de propriedades” por parte do General António Francisco de Andrade, do filho, capitão Miguel Andrade, e da filha, a procuradora Natasha Andrade Santos, com alegado apoio do ex-governador de Luanda, o General Higino Carneiro, e do ex-PGR, General João Maria de Sousa.

CLIQUE AQUI PARA COMPREENDER MELHOR COMO GENERAIS ANGOLANOS ESBULHARAM PROPRIEDADES DA EMPRESA EM CAUSA

.. documentos do congressita dirigidos a Jorão Lourenço ...

..documentos do congressita dirigidos a Jorão Lourenço …

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ANGOLA : Procuradora Natasha responde a processo disciplinar por “cabritar” !.. e por “cabritismo” – Correio angolense -.

ANGOLA : General Andrade esbulha propriedades e mente : Tribunal condena…

ANGOLA : Des généraux poursuivis devant un tribunal de Washington aux États-Unis…

AGORA : General Andrade Desobedece Ordem do Tribunal…-Maka Angola-

«Tôt ou tard, ils finiront en prison » – Rafael Marques

CABRITISMO : Le général António Francisco Andrade a spolié des propriétés et ment,.. condamnation du tribunal…

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Maio 15th, 2019 Por Kwaradio

Congressista norte-americano reclama junto de João Lourenço o facto de algumas práticas corruptas perpetradas por entidades angolanas, no caso em concreto por generais, estarem a afectar o investimento de um grupo de empresários dos Estados Unidos em Angola.

Christopher Smith fez a denúncia devido ao incumprimento de um acordo que a ampresa Africa Growth Corporation (AFGC) reclamou ao Congresso norte-americano negociado a 12 de Fevereiro, em Lisboa, pela subprocuradora Eduarda Rodrigues Neto, da Procuradoria-Geral da República, na qualidade de “mandatária” do presidente João Lourenço.

Factos que o congressista expressa numa carta dirigida, a 1 de Maio, ao Presidente Lourenço.

O membro republicano da Câmara dos Representantes do Congresso norte-americano revela preocupação por práticas corruptas” que possam afectar investidores americanos e apela ao titular do poder executivo que “relance os esforços para resolver este caso e recupere o acordo negociado”.

A empresa norte-americana que iniciou um processo nos EUA contra o Governo angolano, devido a alegadas fraudes e expropriações efectuadas por elementos ligados ao anterior regime.

Agora, reclama que a Procuradoria Geral da República (PGR) e o Governo não cumpriram o acordo extrajudicial negociado em Fevereiro, em Lisboa, entre representantes da Africa Growth Corporation (AFGC) e uma procuradora “emissária do presidente João Lourenço”.

O alegado acordo foi negociado a 12 de Fevereiro pela subprocuradora Eduarda Rodrigues Neto, da PGR, que se terá apresentado como “mandatária” de João Lourenço e com autoridade para pôr cobro à disputa que a AFGC e as suas subsidiárias mantêm com Angola desde 2017.

Facto que aconteceu após terem sido “vítimas de roubo e de práticas corruptas por parte de agentes do anterior Governo”, que são acusados de conspirar para furtar propriedades através da apropriação fraudulenta de empresas angolanas detidas pela AFGC”, cujos empreendimentos foram ocupados fisicamente com recurso a ameaças e violência”, explica o congressista.

O caso tem sido notícia nos últimos anos, sobretudo depois das denúncias da empresa, iniciadas em 2017, de “conspiração, fraude e apropriação violenta de propriedades” por parte do General António Francisco de Andrade, do filho, capitão Miguel Andrade, e da filha, a procuradora Natasha Andrade Santos, com alegado apoio do ex-governador de Luanda, o General Higino Carneiro, e do ex-PGR, General João Maria de Sousa.

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ANGOLA : Procuradora Natasha responde a processo disciplinar por “cabritar” !.. e por “cabritismo” – Correio angolense -.

ANGOLA : General Andrade esbulha propriedades e mente : Tribunal condena…

ANGOLA : Des généraux poursuivis devant un tribunal de Washington aux États-Unis…

AGORA : General Andrade Desobedece Ordem do Tribunal…-Maka Angola-

«Tôt ou tard, ils finiront en prison » – Rafael Marques

CABRITISMO : Le général António Francisco Andrade a spolié des propriétés et ment,.. condamnation du tribunal…

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Maio 11th, 2019 Por Kwaradio

Caros leitores  !..

O Banditismo ?.. aos seus lugares… 

é ….muita..….….muita…….

            .desonestidade !.. 

Luanda  O deputado da UNITA, Alcides Sakala Simões foi recentemente assaltado em sua casa, por 5 elementos armados que se fizeram passar por agentes do Serviço de Investigação Criminal.

Os mesmos neutralizaram o seu guarda costa provocando um drama como o próprio descreve na primeira pessoa.

Fonte: Club-k.net

Alcides Sakala Simões

A situação político-social do país continua crítica.

Sobem os níveis de violência e de criminalidade nos centros urbanos. As autoridades angolanas têm dificuldades em lidar com este novo tipo de conflito. Generaliza-se o sentimento de insegurança no seio da população.

No dia 6 de julho do corrente ano, por volta das 19 horas, fui vitima de um assalto brutal, violento, a mão armada, no momento em que entrava na garagem da minha casa para estacionar a viatura. O assalto foi executado por 5 indivíduos, uniformizados com trajes da policia nacional que se fizeram passar por elementos da DINIC.  Os 3 homens armados agrediram violentamente o segurança que acabava de abrir o portão, mas soube defender-se com valentia, enquanto os outros 2 no interior cercavam a viatura.

Mantive muita calma enquanto o individuo batia insistentemente no vidro da viatura do lado em que me encontrava.

Pedia teimosamente o relógio, dizendochefe, o relógio, chefe, o relógio. Já com o relógio em sua posse tirado a esticão e não satisfeito, como notava no seu semblante, parecia pretender outra coisa. Mas estavam muito apressados.

Era percetível a pressão das circunstancias em que decorria o assalto.

Foi neste momento que tocou o meu telefone. Pediu imediatamente o telefone. Deixaram o local precipitados, tendo deixado cair ao chão, um dos casacos que tinha no banco de trás. Até roupa levaram.

Felizmente não houve feridos nem mortos a lamentar, tal era o propósito dada a impetuosidade com que se apresentaram. A policia pareceu no local do crime horas mais tarde para a devida peritagem.”

CLUB-K  

Banditismo ?..  BASTA !..

Mise en forme : jinga Davixa – E_mail : jingadavixa@franceangola.com

 

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ANGOLA : Menaces de MORT contre leurs dirigeants à Huambo, L’UNITA et le PRS dénoncent

UNITA : 52 ans d’existence,.. 52 ans d’expérience … au service de la LIBERTÉ !.. – par : Paulo Lukamba Gato

ANGOLA : L’UNITA DÉNONCE L’EXÉCUTION SOMMAIRE DU FILS DE JOAQUIM NAFÓIA – DÉPUTÉ

ANGOLA : au nom de la Patrie !.. – Dr Esteves Isaac Pena.

BANDITISMO : Carta aberta à deputada da ( Unita) MIHAELA WEBBA, depois do assalto à mào armada, de que foi vitima ! – Fernando Vumby

ABEL CHIVUKUVUKU : IL NE FAIT AUCUN DOUTE,.. « C’ EST UN ASSASSINAT » …

DICTATURE : Rafael Marques encore en vie ?.. Oui ??.. – Alors,.. l’Angola est une démocratie ?..

Spécial 11 Novembre : Sous/couvert MPLA II – Dr. Esteves Isaac Pena.

CRIME : un avocat assassiné dans son domicile à Viana…

MANIFESTATIONS : Les « Revus » protestent pour demander la justice et la fin des assassinats en ANGOLA …

ANGOLA : Juges de la Cour Constitutionnelle, et suspectés d’ exercer la profession d’avocat !.. (en catimini ?..)

 

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Maio 11th, 2019 Por Kwaradio

“BURLA TAILANDESA” : ja esta nas “maos” do Supremo…

O vice-procurador-geral da República de Angola disse hoje que já está em tribunal o processo de tentativa de burla ao Estado, no valor de 50.000 milhões de dólares (43.500 milhões de euros), envolvendo cidadãos tailandeses e angolanos.

A informação foi avançada pelo vice-PGR angolano, Mota Liz, à margem do seminário sobre Ocupação Ilegal de Imóveis, destacando que o processo passou por uma fase em que alguns dos acusados requereram instrução contraditória e, no âmbito das leis do processo, o Tribunal Supremo assim procedeu, seguindo o processo a sua tramitação subsequente.

O Ministério Público vai confirmar a sua acusação, um pouco decorrente também dos elementos colhidos na instrução contraditória”, acto que é facultativo, elucidou Mota Liz.

Se o acusado ou o Ministério Público entender que há elementos que precisam de ser esclarecidos, podem requerer a instrução contraditória. Neste caso, aconteceu que foi a defesa quem pediu a instrução contraditória e esta fase também já terminou. O processo agora vai seguir os seus trâmites normais e vamos esperar que o juiz se pronuncie ou não, é a faculdade do juiz, disse.

Mota Liz realçou que o processo será julgado no Tribunal Supremo, porque há, entre os acusados, pessoas e entidades que gozam defórum especial”, pelo que a apreciação em primeira mão é feita a esse nível.

Neste caso são arguidas 11 pessoas, sete delas em prisão preventiva desde 21 de Fevereiro deste ano, sendo seis estrangeiros e cinco angolanos.

Entre os acusados angolanos estão o ex-chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA), general Geraldo Sachipengo Nunda, 65 anos; o general das FAA, José Arsénio Manuel, 62 anos; e o ex-director da Unidade Técnica para o Investimento Privado (UTIP) e secretário para a Informação do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA, no poder desde 1975), Ernesto Manuel Norberto Garcia, 51 anos.

Do grupo de cidadãos angolanos constam igualmente Celeste de Brito António, 45 anos, e Cristian Albano de Lemos, 49 anos.

O Ministério Público acusou também Raveeroj Ritchchoteanan, 50 anos; Monthita Pribwai, 28 anos; Manin Wantchanon, 25 anos; Theera Buapeng, 29 anos (todos cidadãos da Tailândia); Andre Louis Roy, 65 anos, do Canadá, e Million Isaac Haile, 29 anos, da Eritreia.

Segundo a acusação, a 27 de Novembro de 2017 chegou a Angola um grupo de dez indivíduos, que entrou no país com visto de fronteira e integrava os quatro arguidos tailandeses, bem como Pracha Kanyaprasit, Kanphitchaya Kanyaprasit, Watcharinya Techapingwaranukul, que se encontram em fuga, igualmente oriundos da Tailândia.

A delegação era ainda composta pelo arguido canadiano e pelo seu conterrâneo Pierre Rene Tchio Noukekan (fugitivo) e o japonês Miyazaki Yasuo (igualmente em fuga).

O grupo chefiado por Raveeroj Ritchchoteanan, criador e presidente da alegada fundação mundial com o seu nome, com o fito de erradicar a pobreza e promover educação e saúde de qualidade na Ásia e em África, chegou a Angola por intermédio da arguida Celeste de Brito, que foi estudante na Tailândia, onde conheceu Pierre Rene Tchio Noukekan e com o qual “manteve sempre contacto desde aquele período até à data da sua chegada a Angola”.

 

O Ministério Público refere na acusação que foi Celeste de Brito quem solicitou cartas às instituições do Estado angolano a convidar a fundação a realizar financiamentos em Angola, tendo antecipadamente sido enviada uma cópia do cheque no valor de 5,2 mil milhões de dólares para fazer prova da capacidade financeira da empresa, bem como de vários documentos da empresa Cetennial, sociedade em que é presidente Raveeroj Ritchchoteanan.

O visto de entrada dos cidadãos tailandeses, segundo a acusação, foi solicitado a 7 de Novembro de 2017 pelo ex-director da UTIP ao Serviço de Migração e Estrangeiros, em nome da empresa de Celeste de Brito.

Segundo a acusação, a 27 de Novembro de 2017 foi realizado um encontro na sede da UTIP com representantes de bancos comerciais, ocasião em que Raveeroj Ritchchoteanan exibiu o cheque de 50 mil milhões de $$ dólares (43,1 mil milhões de euros).

Os arguidos são acusados de vários crimes, nomeadamente de associação criminosa, fabrico e falsidade de títulos de crédito, burla por defraudação na forma frustrada, exercício ilegal de funções públicas, tráfico de influência, promoção e auxílio à emigração ilegal, falsificação de documentos e abuso de poder.

O General Geraldo Sachipengo Nunda é a mais relevante personalidade envolvida.

Parafraseando Marcolino Moco, Nunda terá “caído que nem um patinho” na armadilha e, dessa forma, prestado um incomensurável serviço ao MPLA que abominou sempre a escolha de um ex-general da UNITA para dirigir as FAA.

A descoberta desta burla aconteceu no momento de constituição da empresa em Angola, já que para o efeito seria necessária a confirmação do valor que manifestaram existir.

A entidade competente para esta matéria accionou a sua congénere nas Filipinas, tendo dali obtido a confirmação de que efectivamente aqueles supostos promotores não eram, na verdade, aquilo que deviam ser e muito menos o cheque que foi apresentado era autêntico”, disse o chefe do departamento central do Serviço de Investigação Criminal (SIC), Tomás Agostinho.

Aquele responsável admitiu que “terá havido uma falha, um erro, de avaliação deste projecto de investimento, apresentado por esses cidadãos estrangeiros da parte da entidade responsável pela captação de investimento”.

Lembrou que a referida intenção mereceu toda uma divulgação pública, o que terá feito passar a ideia de que os 50.000 milhões de dólares, “que se referiram como estando disponíveis para investir no mercado angolano, era um facto”..

Sob o título “Burla legitimada pela UTIP “exonera” general Nunda”, o Folha 8 escreveu no dia 7 de Março que o Presidente da República teria já chamado o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA), general Geraldo Sachipengo Nunda, e ter-lhe-á dito que, em função do mais recente escândalo financeiro, em que está envolvido, seria exonerado.

O general Nunda informou o Presidente João Lourenço, a este propósito, que perante este caso (do qual se considera também vítima) era já sua intenção pedir a demissão, salvaguardando assim a imagem e a honra das FAA, bem como a honorabilidade do país, referiu na altura ao Folha 8 um oficial que lhe é próximo.

Embora o general Nunda seja a figura angolana mais relevante a ver-se envolvida neste caso, o certo é que o responsável máximo da Unidade Técnica para o Investimento Privado (UTIP), Norberto Garcia, deu cobertura e legitimidade aos burlões quando divulgou que os investidores angolanos e estrangeiros vão poder aceder a um fundo de 50 mil milhões $ de dólares, da Centennial Energy Thailand, um grupo internacional de investimento e desenvolvimento de projectos comerciais e humanitários.

 

com Lusa – 8 de agosto de 2018

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