Categoria: Burla

Outubro 12th, 2018 Por cabritta

 Caros leitores !..

Cabrito – Conection..

Cabritismo ?.. aos seus lugares

é….muita..….….muita…….

  Conection..

Cabrito

     …desonestidade !..

Jornal norte americano revela como Londres travou burla inédita ao BNA…

outubro 10, 2018

Luanda – O “The Wall Street Journal” revelou “como um alerta de um banco de Londres impediu o que podia ter sido um dos maiores assaltos de sempre a um banco central, numa extensa reportagem sobre o Caso 500 milhões $$ de dólares do Banco Nacional de Angola (BNA)”.

..para defraudar o Estado angolano…

Fonte: JA 

Com o título O golpe de 500 milhões de dólares do banco central – e como foi frustrado”, o prestigiado jornal editado em Nova Iorque revela que tudo começou quando um contabilista profissional dirigiu-se a uma agência do banco HSBC Holdings de um subúrbio de Londres, para orientar a transferência de 2 milhões de dólares $para o Japão. O caixa do banco, depois de uma série de perguntas ao contabilista, recusou-se a fazer a operação e, por relatório, informou à gerência do banco.

… num “musseque” de Londres…

O banco britânico rapidamente descobriu de onde tinha saído o dinheiro, porque três semanas antes, em meados de Agosto do ano passado, responsáveis do BNA tinham enviado os 500  milhões de dólares das reservas do país a uma empresa de um modesto contabilista cuja empresa estava só situada entre um café e uma barbearia num “musseque” de Londres.

O jornal, que faz um cruzamento das fontes com documentos da Justiça britânica, refere que o banco descobriu que “o movimento era parte de um complot orquestrado para defraudar o Estado angolano, semanas antes do fim dos 38 anos de poder de José Eduardo dos Santos. A reportagem revela que foram identificados documentos forjados ao estilo das personagens do filme “Oceans Eleven”, e o grupo de pessoas envolvidas incluía um cidadão brasileiro e um engenheiro agrónomo holandês.

De acordo com o “The Wall Street Journal, um dos jornais especializados em economia com maior circulação no Ocidente, o grupo de cidadãos falsários tem ligações com Lisboa, Londres e Luanda, e chegou a ter uma reunião em Luanda com o então Presidente da República, José Eduardo dos Santos.

De acordo com o jornal, as autoridades judiciais angolanas já processaram judicialmente, entre outros, os cidadãos brasileiro Samuel Barbosa da Cunha, o português José Pontes Sebastião e o holandês Hugo Onderwater, para recuperar 25 milhões de euros, pagos para criar um fundo de garantia que entraria na operação do “golpe” dos 500 milhões, mas que nunca chegou a ser criado.

O jornal escreve que o Es-tado angolano pode ter sido vítima de golpes semelhantes durante décadas por parte de pessoas ávidas de enriquecimento rápido e fácil”.

Perfil de alguns dos envolvidos

José Pontes Sebastião

 O cidadão holandês Hugo Onderwater é engenheiro agrónomo e vive em Portugal. José Pontes Sebastião, português, é amigo de infância de “Zenu” dos Santos. O português José Pontes, magri-nho de 40 anos, é conhecido por nunca carregar sem-pre a sua maleta de documentos, entregando-a sempre ao guarda-costas.

Hugo Onderwater “O Submerso”, 55 anos, é alto, cabelos curtos, com negócios no sector da energia. Os dois já planeavam investir em Ango-la no sector da qualidade ou segurança alimentar.

Samuel Barbosa da Cunha, brasileiro, careca, descreve-se como um especialista em comprar e vender garantias financeiras.

Archer Mangueira, actual ministro das Finanças, é referenciado na reportagem como tendo rejeitado fazer parte da operação. Foi então solicitada a intervenção de Valter Filipe, então governador do BNA. A operação começou com a transferência de 24.8 milhões de euros de uma conta no Commerzbank AG, em Frankfurt, para outra de José Pontes no Banco Comercial Português SA, em Lisboa. Deste dinheiro,

Onderwater recebeu 5 milhões para comprar uma extensa propriedade em Lisboa e outra na Inglaterra.

Outros 2.4 milhões foram para a empresa Bar Trading de Tokyo, do brasileiro Samuel Barbosa da Cunha. Este brasileiro, na rede social sobre profissões LinkedIn, diz que tem mais de 30 anos de experiência no mercado financeiro e é doutorado em Economia pela Universidade de Boston.

A reportagem revela, entretanto, que nãoregisto da sua passagem pela referi-da universidade, citando os arquivos e o porta-voz da instituição de ensino.

Samuel Barbosa deixou Londres em Julho do ano passado. Foi visto pela última vez em Riga (Lituânia). Em Junho último, várias fotos na página do Facebook mostravam Samuel Barbosa a fumar um charuto e outras na classe executiva de um avião.

Todos os envolvidos negam as acusações e referem que agiram com base em contratos assinados.

Estampada na edição de 3 de Outubro do “The Wall Street Journal”, a reportagem é assinada por Margot Patrick, Grabriele Steinhauser e Patricia Kowsmam.

A reportagem do “The Wall Street Journal é ilustrada com fotos do ex-Presidente da República, José Eduardo dos Santos, do ex-governador do Banco Nacional de Angola, Valter Filipe, e do actual, José de Lima Massano, do actual ministro das Finanças, Archer Mangueira, do ex-presidente do conselho de administração do Fundo de Desenvolvimento Soberano de Angola, José Filomeno dos Santos, e de dois cidadãos estrangeiros.

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10 de Outubro 2018

Mise en forme : jinga Davixa

O Cabritismo ?.. 

 

ESCROQUERIE : .. ET DIRE QUE J.E.S ?.. N’EST TOUJOURS PAS INCULPÉ ?..

CRIMINELS ?… Le problème des dirigeants du MPLA ?… ne pas se soucier, des preuves rassemblées !..

LA « CONSPIRATION DES JUGES » : Urgence en Angola, de créér une Commission Présidentielle.. Anti-Corruption…

KLEPTOCRATIE : Archer Mangueira,.. actuel Ministre des Finances de l’Angola,.. est pris dans un schéma d’escroquerie et de blanchiment d’ argent… (« Cabritismo » ?..)

TRUANDERIE : JES est la « Clé de voûte » … pour la fin du processus d’arnaque… des 500 millions de dollars $…

KLEPTOCRATIE : Isabel dos Santos attaque en justice,.. le Président de la République d’ Angola,.. João Lourenço…

ANGOLA : un banquier proche du pouvoir a pillé 600 millions $$ de dollars …

CABRITISMO : « ceux qui protègent Sobrinho vont vite déchanter !.. »

BESA : um “cabritismo” altos lugares… altas figuras…e..”V.I.P” ?.. – Cabritta investigadora –

ANGOLA : Campagne d’intolérance politique contre… Rui Ferreira,.. Président de la Cour suprême d’ Angola…

ANGOLA : La corruption « destitue et balaye… » les gouvernements,.. mais en Angola ?.. ils s’ éternisent …

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Agosto 9th, 2018 Por cabritta

“BURLA TAILANDESA” : ja esta nas “maos” do Supremo…

O vice-procurador-geral da República de Angola disse hoje que já está em tribunal o processo de tentativa de burla ao Estado, no valor de 50.000 milhões de dólares (43.500 milhões de euros), envolvendo cidadãos tailandeses e angolanos.

A informação foi avançada pelo vice-PGR angolano, Mota Liz, à margem do seminário sobre Ocupação Ilegal de Imóveis, destacando que o processo passou por uma fase em que alguns dos acusados requereram instrução contraditória e, no âmbito das leis do processo, o Tribunal Supremo assim procedeu, seguindo o processo a sua tramitação subsequente.

O Ministério Público vai confirmar a sua acusação, um pouco decorrente também dos elementos colhidos na instrução contraditória”, acto que é facultativo, elucidou Mota Liz.

Se o acusado ou o Ministério Público entender que há elementos que precisam de ser esclarecidos, podem requerer a instrução contraditória. Neste caso, aconteceu que foi a defesa quem pediu a instrução contraditória e esta fase também já terminou. O processo agora vai seguir os seus trâmites normais e vamos esperar que o juiz se pronuncie ou não, é a faculdade do juiz, disse.

Mota Liz realçou que o processo será julgado no Tribunal Supremo, porque há, entre os acusados, pessoas e entidades que gozam defórum especial”, pelo que a apreciação em primeira mão é feita a esse nível.

Neste caso são arguidas 11 pessoas, sete delas em prisão preventiva desde 21 de Fevereiro deste ano, sendo seis estrangeiros e cinco angolanos.

Entre os acusados angolanos estão o ex-chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA), general Geraldo Sachipengo Nunda, 65 anos; o general das FAA, José Arsénio Manuel, 62 anos; e o ex-director da Unidade Técnica para o Investimento Privado (UTIP) e secretário para a Informação do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA, no poder desde 1975), Ernesto Manuel Norberto Garcia, 51 anos.

Do grupo de cidadãos angolanos constam igualmente Celeste de Brito António, 45 anos, e Cristian Albano de Lemos, 49 anos.

O Ministério Público acusou também Raveeroj Ritchchoteanan, 50 anos; Monthita Pribwai, 28 anos; Manin Wantchanon, 25 anos; Theera Buapeng, 29 anos (todos cidadãos da Tailândia); Andre Louis Roy, 65 anos, do Canadá, e Million Isaac Haile, 29 anos, da Eritreia.

Segundo a acusação, a 27 de Novembro de 2017 chegou a Angola um grupo de dez indivíduos, que entrou no país com visto de fronteira e integrava os quatro arguidos tailandeses, bem como Pracha Kanyaprasit, Kanphitchaya Kanyaprasit, Watcharinya Techapingwaranukul, que se encontram em fuga, igualmente oriundos da Tailândia.

A delegação era ainda composta pelo arguido canadiano e pelo seu conterrâneo Pierre Rene Tchio Noukekan (fugitivo) e o japonês Miyazaki Yasuo (igualmente em fuga).

O grupo chefiado por Raveeroj Ritchchoteanan, criador e presidente da alegada fundação mundial com o seu nome, com o fito de erradicar a pobreza e promover educação e saúde de qualidade na Ásia e em África, chegou a Angola por intermédio da arguida Celeste de Brito, que foi estudante na Tailândia, onde conheceu Pierre Rene Tchio Noukekan e com o qual “manteve sempre contacto desde aquele período até à data da sua chegada a Angola”.

 

O Ministério Público refere na acusação que foi Celeste de Brito quem solicitou cartas às instituições do Estado angolano a convidar a fundação a realizar financiamentos em Angola, tendo antecipadamente sido enviada uma cópia do cheque no valor de 5,2 mil milhões de dólares para fazer prova da capacidade financeira da empresa, bem como de vários documentos da empresa Cetennial, sociedade em que é presidente Raveeroj Ritchchoteanan.

O visto de entrada dos cidadãos tailandeses, segundo a acusação, foi solicitado a 7 de Novembro de 2017 pelo ex-director da UTIP ao Serviço de Migração e Estrangeiros, em nome da empresa de Celeste de Brito.

Segundo a acusação, a 27 de Novembro de 2017 foi realizado um encontro na sede da UTIP com representantes de bancos comerciais, ocasião em que Raveeroj Ritchchoteanan exibiu o cheque de 50 mil milhões de $$ dólares (43,1 mil milhões de euros).

Os arguidos são acusados de vários crimes, nomeadamente de associação criminosa, fabrico e falsidade de títulos de crédito, burla por defraudação na forma frustrada, exercício ilegal de funções públicas, tráfico de influência, promoção e auxílio à emigração ilegal, falsificação de documentos e abuso de poder.

O General Geraldo Sachipengo Nunda é a mais relevante personalidade envolvida.

Parafraseando Marcolino Moco, Nunda terá “caído que nem um patinho” na armadilha e, dessa forma, prestado um incomensurável serviço ao MPLA que abominou sempre a escolha de um ex-general da UNITA para dirigir as FAA.

A descoberta desta burla aconteceu no momento de constituição da empresa em Angola, já que para o efeito seria necessária a confirmação do valor que manifestaram existir.

A entidade competente para esta matéria accionou a sua congénere nas Filipinas, tendo dali obtido a confirmação de que efectivamente aqueles supostos promotores não eram, na verdade, aquilo que deviam ser e muito menos o cheque que foi apresentado era autêntico”, disse o chefe do departamento central do Serviço de Investigação Criminal (SIC), Tomás Agostinho.

Aquele responsável admitiu que “terá havido uma falha, um erro, de avaliação deste projecto de investimento, apresentado por esses cidadãos estrangeiros da parte da entidade responsável pela captação de investimento”.

Lembrou que a referida intenção mereceu toda uma divulgação pública, o que terá feito passar a ideia de que os 50.000 milhões de dólares, “que se referiram como estando disponíveis para investir no mercado angolano, era um facto”..

Sob o título “Burla legitimada pela UTIP “exonera” general Nunda”, o Folha 8 escreveu no dia 7 de Março que o Presidente da República teria já chamado o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA), general Geraldo Sachipengo Nunda, e ter-lhe-á dito que, em função do mais recente escândalo financeiro, em que está envolvido, seria exonerado.

O general Nunda informou o Presidente João Lourenço, a este propósito, que perante este caso (do qual se considera também vítima) era já sua intenção pedir a demissão, salvaguardando assim a imagem e a honra das FAA, bem como a honorabilidade do país, referiu na altura ao Folha 8 um oficial que lhe é próximo.

Embora o general Nunda seja a figura angolana mais relevante a ver-se envolvida neste caso, o certo é que o responsável máximo da Unidade Técnica para o Investimento Privado (UTIP), Norberto Garcia, deu cobertura e legitimidade aos burlões quando divulgou que os investidores angolanos e estrangeiros vão poder aceder a um fundo de 50 mil milhões $ de dólares, da Centennial Energy Thailand, um grupo internacional de investimento e desenvolvimento de projectos comerciais e humanitários.

 

com Lusa – 8 de agosto de 2018

Mise en forme : jinga Davixa

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