Categoria: Opiniao

Outubro 12th, 2019 Por cabritta

DOS SANTOS FEZ DE ANGOLA UMA EMPRESA UNI-PESSOAL

Uma antiga correspondente da agência France-Presse e da RFI – Rádio França Internacional em Angola, Estelle Maussion, descreve, num livro que será lançado amanhã, quarta-feira, que o antigo Presidente angolano, José Eduardo dos Santos criou “um sistema” que tomou o país e não antecipou “a ruptura” que o seu sucessor iria fazer.

“José Eduardo dos Santos é a personagem principal deste livro. Tem uma trajectória fascinante, chega ao poder aos 36 anos, quando há muitos conflitos, instaurou um sistema político e económico. Para além da conjuntura, ele é alguém muito hábil, discreto. E claro, também teve alguma sorte”, disse Estelle Maussion à agência Lusa, a propósito da sua obra “La dos Santos company – Mainmise sur L’Angola”

(“A empresa dos Santos, o controlo de Angola”, em português), editado pela editora Karthala, e que chega esta quarta-feira às livrarias francesas.

O livro conta de forma vivida, às vezes na primeira pessoa, a ascensão da família do antigo Presidente ao poder, contextualizando assim a história recente de Angola.

“Ele instaurou um sistema onde a riqueza é gerida por um pequeno grupo de pessoas, muito próximas do MPLA e isso criou um certo sistema, como a falta de transparência, a corrupção e um certo nepotismo. E o que conto no livro é como é que isso aconteceu e também como este sistema se apoderou do país”, explicou a autora.

Estelle Maussion, jornalista especializada em temas africanos, viveu em Angola entre 2012 e 2015 como correspondente e foi-se apercebendo que o então Presidentenão estava sozinho no poder, gerindo um pequeno grupo de familiares e amigos à sua volta.

Formavam todos um clã de pessoas muito próximas”, indicou.

Assim, no seu último ano no país e a partir de 2017 – quando João Lourenço chegou ao poder -, a jornalista francesa utilizou o seu trabalho como correspondente, mas também entrevistas com especialistas sobre Angola, membros da UNITA e do MPLA e fontes na Cidade Alta (sede do poder) para traçar a história da ascensão – e posterior queda – da família do antigo governante.

“Queria fazer um livro num formato jornalístico, mas acabou por ser um livro de narrativa não ficcional, baseado na minha investigação, para tornar o livro mais acessível e interessar as pessoas na família e no país. […] É uma saga familiar porque é a família que nos conta a sua história de ascensão ao poder em Angola”, explicou.

Com uma história difícil com França desde o caso ‘Angola Gate’ – processo que envolveu várias figuras de relevo no universo político e dos negócios em França, incluindo o filho do antigo Presidente François Miterrand, sobre a venda de armas a Angola -, Estelle Maussion, chegada a Angola pouco depois dos julgamentos em terras gaulesas, sentiu o “clima negativo” entre os dois países.

“Senti-me como ‘persona non grata’ como correspondente de uma agência francesa de notícias. Ninguém queria muito ver-me”, disse a jornalista, afirmando que a França fez esforços diplomáticos desde aí para melhorar a situação, lembrando que grandes empresas francesas, como a petrolífera Total, detêm investimentos no país.

Quanto à saída de José Eduardo dos Santos do poder, a jornalista considera que foi muito reflectida pelo antigo Presidente. “É um estratega e ele tentou avaliar a melhor solução, mas deparou-se com uma situação complicada. A economia não estava bem, socialmente havia muita contestação e muita contestação dentro do próprio MPLA e o factor que pode ter tido mais peso, mas sobre o qual não temos muita informação, é o seu estado de saúde”, considerou.

Mas o que José Eduardo dos Santos não terá tido em conta foi o desejo de mudança do actual Presidente, João Lourenço. “Ele pensou que era melhor entrar num regime de transição, em que podia controlar, do que ir até ao fim e depois haver uma catástrofe para os seus próximos. Mas não me parece que ele antecipasse até que ponto João Lourenço ia causar uma ruptura”, referiu Estelle Maussion.

Mas a história do clã dos Santos ainda não terminou, acredita Estelle Maussion, apesar de o filho José Filomeno dos Santos estar à espera de julgamento em Angola, e de a filha Isabel dos Santos ter saído da Sonangol.

“A família não vai ser completamente posta em causa e vão conservar algum poder importante na sociedade angolana, mesmo que estejam em dificuldades”, concluiu.

 

Eis o que começa por dizer a autora

«Um pai autoritário, uma garota bilionária e um filho preso.

José Eduardo dos Santos, que chegou ao poder em 1979, decide tudo sozinho e distribui recursos pela sua família, enquanto a maioria da população vive com menos de dois dólares por dia. Um reino familiar que promete eterno até o novo homem forte, João Lourenço, decidir-se a limpar tudo depois de vencer a eleição de Setembro de 2017.

“Quando estamos juntos, não falamos sobre as nossas actividades profissionais. Compartilhamos notícias, especialmente sobre crianças. Costumamos conversar sobre os bons velhos tempos, os dias em que éramos pequenos”, contou José Filomeno à autora numa tarde de Outubro de 2012 em Luanda.

No alegre barulho causado pelos netos, todos observam a reacção do patriarca, José Eduardo, a encarnação de um punho de ferro em uma luva de veludo. Líder tribal impenetrável, é ele quem decide, separa, promove e castiga. Ele não é apenas irmão, pai, avô, líder ou presidente. Ele é o mestre da sua existência, o “padrinho” de um clã que reina supremo e inescrupuloso sobre Angola.

 

Sua omnipotência é sentida em nenhum outro lugar melhor do que na Cidade Alta, o distrito que abriga o palácio presidencial. Luanda é uma cidade caótica e barulhenta, com calçadas quebradas ou inexistentes e tráfego de carros anárquicos.

A cidade alta é um paraíso de vegetação, silêncio e ordem.

Belas avenidas de palmeiras, ruas perfeitamente asfaltadas, calçadas pavimentadas diariamente, edifícios rosa e brancos que datam da época colonial, decorados com colunatas. Nós ouvimos os pássaros cantando.

Esse cenário idílico quase fazia esquecer que é um bunker.

No caminho para lá, soldados de uniforme, armados com metralhadoras, são colocados em cada porta, a cada 100 metros. Qualquer pessoa do lado de fora é imediatamente avistada.

Passando pelo primeiro portão, é preciso andar um pouco antes de ver a entrada do Palácio Presidencial e o seu pórtico de segurança, onde agentes de fato e gravata seguram os telemóveis, proibidos no recinto.

Uma vez lá dentro, os visitantes passam por um teste final, uma espera indefinida, confinada em salas de mármore, mas sem janelas. Chefes de Polícia, Ministros, Embaixadores, todos recebem o mesmo tratamento.

Uma ala do Palácio é reservada para recepções de personalidades estrangeiras, cuja data e hora são confirmadas apenas no último minuto. Recebidos com homenagens militares, os chefes de Estado e de Governo são escoltados para um pequeno e acolhedor salão.

Todos os gesto são examinados pelos homens do protocolo. Os jornalistas são relegados para os jardins para declarações à imprensa, sempre curtas, muito emoldurados e raramente seguidos de perguntas. É nessa atmosfera que reina José Eduardo dos Santos.

No papel, Angola é uma democracia.

Existe uma Constituição que separada os poderes executivo, legislativo e judicial, eleições regulares.

De facto, o presidente angolano decide tudo, sozinho. E isso, durante anos, do alto de sua torre de marfim, que é o Palácio Presidencial.

 

Os conselhos de ministros são realizados no andar superior, em uma enorme sala rectangular. Alguns cachos de flores tentam trazer um pouco de calor para a sala.

Em vão.

A configuração do local é suficiente para entender quem é o líder. José Eduardo dos Santos preside atrás de uma mesa imponente.

Abaixo, os ministros estão sentados, disciplinados, em torno de uma mesa oval.

Quando o presidente entra a atmosfera é tensa. Os rostos fecham-se. Prendem a respiração. Então, impassível, ele escuta por horas os relatórios de seus subordinados antes de finalmente anunciar suas decisões.

“Raros são os atrevidos a falar espontaneamente, a maioria dos ministros espera que isso ocorra rezando para não sere solicitados”, conta alguém assíduo nessas reuniões. Quando o presidente não pode impor as suas opiniões tão directamente, ele faz uma consulta ao Conselho da República, órgão que reúne as forças do país (magistrados, partidos políticos, líderes religiosos e associações), antes de tomar uma decisão importante como a data das eleições.

A sessão começa como qualquer outra.

Ele deixa os protagonistas falarem por um longo tempo sem nunca falar ou mostrar qualquer reacção.

Parece uma esfinge. Todo mundo fica agradavelmente surpreso e tem a impressão de ser ouvido. Até ao final da sessão, José Eduardo dos Santos anuncia a data de sua escolha, para retomar o exemplo das eleições, observando que ela foi escolhida de comum acordo…

Se o presidente se comporta dessa maneira, é porque “considera o país como sua propriedade privada”, resume, depois de garantir a ausência de ouvidos indiscretos, uma jornalista angolana. E por uma boa razão, José Eduardo dos Santos não administra um estado, ele governa uma empresa familiar.

Desde a sua chegada ao chefe de Angola em 1979 teve o cuidado de distribuir riqueza nacional e posições de responsabilidade pela sua família.

Se o seu filho, José Filomeno, foi bem servido com o Fundo Soberano, sua filha mais velha, Isabel, recebeu a maior fatia do bolo com posições na indústria de diamantes, nos bancos, telecomunicações, imóveis e comércio.

Os dois herdeiros seguintes, a deputada Welwitschia, conhecida como Tchizé, e o artista José Paulino, de seu nome artístico Coréon Dú, não devem ter pena. Eles são omnipresentes nos campos de transmissão cultural e pública.

Um ex-parceiro do presidente por muito tempo liderou a agência que supervisionava os investimentos estrangeiros no país.

Quanto à primeira dama, Ana Paula, ela faz negócios nos sectores aéreo e da moda.

Com os três filhos de seu casamento com José Eduardo, jovens de vinte e poucos anos, eles são os orgulhosos proprietários de um salão de beleza de luxo em Luanda (o Deana Day Spa).

Os membros da família presidencial também estão presentes em todas as grandes empresas: a companhia nacional de petróleo Sonangol, a operadora de diamantes Endiama, a companhia aérea TAAG , as empresas de gestão de água e electricidade.

A Fundação José Eduardo dos Santos e a Fundação Primeira Dama centralizam actividades de caridade. Isabel, por sua vez, brilha como líder da Cruz Vermelha, levando a diva americana Mariah Carey a Luanda para uma gala de caridade.

Isabel é a estrela da família e seu rosto atraente no exterior.

Se ela é apelidada de princesa, é porque a sua vida tem tudo, como num conto de fadas. Ela é rica (fortuna estimada em três bilhões de dólares), inteligente (engenheira poliglota) e bonita.

Nascida da união entre José Eduardo dos Santos e uma russa, é casada com um príncipe charmoso, congolês Sindika Dokolo , coleccionador de arte e filho de um banqueiro que fez fortuna no Zaire de Mobutu.

Cosmopolita e extrovertida, Isabel sabe receber, como aconteceu numa sumptuosa festa de aniversário realizada num palácio em Marrakech, mas também se diverte no mundo do jet-set durante o festival de Cannes.

Não se pense que ela fica em casa a cuidar das crianças.

A filha mais velha de José Eduardo dos Santos é uma empresária formidável, que se tornou a primeira bilionária africana em 2013.

Um dia, ela cruzou o caminho com o grupo espanhol CaixaBank para assumir o controle do banco BPI em Lisboa. No dia seguinte, ela juntou-se a uma delegação de 200 líderes empresariais angolanos numa visita oficial à China.

No dia seguinte, participou num fórum do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) em Joanesburgo.

Como chefe da Unitel, a principal operadora de telefonia de Angola, ela participa numa mesa redonda com outras figuras africanas, incluindo Johann Rupert, o homem mais rico da África do Sul, e o bilionário Mo Ibrahim, campeão anglo-sudanês de boa governança.

O seu discurso, em inglês perfeito, dura apenas três minutos.

Sorrindo, ela se presta às perguntas da sala, sem nunca manter a palavra por muito tempo.

-Como incentivar o investimento em telecomunicações ?

-Quais são os motores do crescimento africano?

-Qual o papel das mulheres no desenvolvimento ?

 

Fácil, esses são os seus temas favoritos. Ela é está como um peixe na água. Isabel não é apenas um exemplo para as mulheres do continente, mas para todos os africanos”, afirmou, entusiasmado, o moderador do debate, Donald Kaberuka, presidente do Banco Africano de Desenvolvimento na época.

A sala está conquistada. Os aplausos são disparados.

Tudo sob os olhos do marido, sentado na primeira fila da plateia. Isabel tem um sucesso modesto, agradece à assembleia sobriamente.»

Folha 8 com Agências – 1 DE OUTUBRO DE 2019

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CABRITISMO : José Eduardo dos Santos a contas com a justiçia …

José Eduardo dos Santos n’a jamais voulu d’une Angola, pour les angolais…

KLEPTOCRATIE : un (une) « kleptocrate »  ne peut être promu(e) … Ni ministre, ni dirigeant(e),..  ni xxx..x.. et … ni Vice-xxx..x…..

LAVA JATO : Jornal inglês revela, que Isabel dos Santos é proprietária de uma mansão de 15 milhões de $$ dólares em Londres …

SINDIKA DOKOLO : .. O… »Oligarq-ismo » .. « Colecionar-ismo »,.. e… e.. « Cabrit-ismo » ?..

Interesses de Isabel dos Santos arrolados no processo de empresas constituídas com dinheiro roubado do Estado …

SONANGOL : a Belinha ?.. come,..come,.. tudo,.. onde ela é amarrada !.. – “cabritta”

«Tôt ou tard, ils finiront en prison » – Rafael Marques

LAVA JATO : Novo Presidente do Supremo, um juiz de carreira …

KLEPTOCRATIE : Isabel avait enregistré Atlantic Ventures au nom de son beau-frère et de sa copine…

CABRITISMO : Operação Lava-Jato …

ANGOLA : O « Cabritismo » internacional … é roubo …

LAVA JATO : Destruir o covil de ladrões …

CLEPTOCRACIA : insulto, desdém … e.. “Cabritismo” …

PRÉSIDENT : Il faut demander des comptes au (x) KLEPTOCRATE (S) …

ANGOLA : Comunismo, Népotismo, e….Cabritismo !…

LAVA JATO : Destruir o covil de ladrões …

SINDIKA DOKOLO : .. O… »Oligarq-ismo » .. « Colecionar-ismo »,.. e… e.. « Cabrit-ismo » ?..

LAVA JATO : E.U.A notificou Angola porque banco BIC realizou transações,.. há organização de Terrorismo …

RÉPRESSION : un opposant dénonce en angola,.. des méthodes qui rappellent l’apartheid…

PRÉSIDENT : une immunité à Vie du Dictateur n’est plus du tout garantie…

CABRITISMO : José Eduardo dos Santos a contas com a justiçia …

JES : Le parrain de la corruption,.. doit lui aussi, être entendu par la justice…

José Eduardo dos Santos n’a jamais voulu d’une Angola, pour les angolais…

SINDIKA DOKOLO : .. O… »Oligarq-ismo » .. « Colecionar-ismo »,.. e… e.. « Cabrit-ismo » ?..

Avec le caractère criminel du MPLA, impossible d’élaborer des stratégies pour résoudre les conflits et unir les Angolais

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Junho 1st, 2019 Por Kwaradio

LuandaAo não conferir honras de Estado às exéquias de JMS, o Executivo não só deixou a rédea solta à UNITA para que o partido do Galo Negro colhesse os benefícios políticos com o seu morto, como também não avaliou devidamente a situação, já que não contava com as simpatias que JMS ainda goza, mesmo depois morto e diabolizado até à exaustão.

Como que apanhados em conta mão, os «iluminados» do regime foram surpreendidos com os banhos de multidão que o acto tem vindo a mobilizar nas tradicionais praças-fortes do Galo Negro.

Nas contas mal feitas de alguns desses «pensólogos», as cerimónias fúnebres, sobretudo no Kuito seriam uma forma de reacender, ou adensar a animosidade da população local que, há mais de quarto de século, sofreu na carne o cerco à cidade e as atrocidades cometidas pelo movimento rebelde então liderado por JMS.

Ledo engano !

     .. O gesto, algo musculado do general Pedro Sebastião

O gesto, algo musculado do general Pedro Sebastião, terá sido uma corrida desesperada «atrás do prejuízo», de forma a reduzir ao mínimo o impacto político do funeral do «cadáver mais incómodo» do país. Como se isso não bastasse, cometeram outro erro: isolar a família de JMS do partido de que ele fora fundador.

Em boa verdade, o erro não começou no actual governação de JLo, mas de JES que não soube libertar o corpo do líder rebelde quando, nos primeiros 5 anos subsequentes à sua morte, a sua popularidade estava acentuadamente de rastos em que o nome de JMS quase que causava náuseas em vários segmentos da população.

Com o tempo foi-se dando conta que, afinal, a morte de JMS não só deixou órfão a UNITA, como também o próprio MPLA que perdera um «aliado contra natura», com o qual repartia as culpas da má governação e a crescente incapacidade de satisfação das necessidades básicas das populações, tais como o fornecimento de água potável, energia, saúde e saneamento básico.

Depois da realização com sucesso das exéquias do general Bem Ben, JLo tinha tudo para brilhar com JMS caso apostasse num funeral de Estado, à semelhança do que ocorreu meses antes em Moçambique em que o seu homólogo Filipe Nyusi que, n

um assomo de coragem e em desafio às correntes mais conservadoras da FRELIMO e das Forças Armadas, não hesitou em acolher os restos mortais de Afonso Dhlakama.


Ao elevado gesto de humanismo e tolerância política não se pode dissociar o facto de, num clima de guerra, ainda que de baixa intensidade, o chefe de Estado ter abandonado o conforto do seu palácio da Ponta Vermelha e ter ido ao encontro do então da RENAMO que se refugiara na Gorongosa.

Espero que o MPLA e a ala mais conservadora do regime saibam fazer as devidas leituras e tirem as ilações mais apropriadas deste episódio, que quase deixou cair por terra todos os esforços de Reconciliação Nacional empreendidos pelo PR JLo.

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Fonte : Facebook –

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LAVA JATO : Americanos atacam a Corrupção em Moçambique. E ANGOLA ??..

Sepulcro de Savimbi construído pelo próprio filho …

FAMINE : ..Si Cunene est L’Angola,.. alors Joao Lourenço est un Menteur !..

LUNDA NORTE : Cafunfo en État de Siège,.. les Manifestants sous le Feu de l’ Armée,.. et de la POLICE …

LAVA JATO : Americanos atacam a Corrupção em Moçambique. E ANGOLA ??..

ANGOLA : LUNDA-NORTE EST EN DEUIL,.. LE RÉGIME CONTINUE D’ ASSASSINER …

KLEPTOCRATIE : un (une) « kleptocrate »  ne peut être promu(e) … Ni ministre, ni dirigeant(e),..  ni xxx..x.. et … ni Vice-xxx..x…..

ANGOLA : une Église inféodée, est identique à une église sans foi.

LAVA JATO : Americanos atacam a Corrupção em Moçambique. E ANGOLA ??..

Sepulcro de Savimbi construído pelo próprio filho …

UNITA : 52 ans d’existence,.. 52 ans d’expérience … au service de la LIBERTÉ !.. – par : Paulo Lukamba Gato

LETTRE OUVERTE : ..( et publique ) au Président João Lourenço – William Tonet

LAVA JATO : Americanos atacam a Corrupção em Moçambique. E ANGOLA ??..

https://collectifangolafrance.com/contact

 

 

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Maio 30th, 2019 Por Kwaradio
Dezassete anos depois, a UNITA continua a evitar reabilitar a “Casa Banca”, onde residiu Jonas Savimbi no Huambo, residência que ficou destruída durante os 55 dias consecutivos de bombardeamentos das tropas governamentais em finais de 2001.
Recorde-se que, durante a guerra, as balas das FALA (UNITA) matavam civis.
As do MPLA desviavam-se…

Hoje, a casa do líder histórico da UNITA, morto em combate em 22 de Fevereiro de 2002, não é mais do que um “ícone” da guerra que, para o ser, teve de ter dois protagonistas antagónicos, em que o “Galo Negro” pretende (enquanto o MPLA deixar, é claro!) manter como “memória”de um conflito cujo fim, precipitado com a morte de Savimbi, apenas serviu para calar as armas (o que é vital), mantendo-se vivas quase todas as questões que originaram a guerra, a começar pelos nossos 20 milhões de pobres e a acabar no colonialismo (em muitas coisas bem pior do que o português) do MPLA.

A residência, a que se juntou mais recentemente, ao lado, a sede provincial da UNITA no Huambo e também o Comité Provincial da capital do “Planalto Central”, está sem tecto, com paredes destruídas e retorcidas, tendo quarta-feira à noite acolhido uma “vigília simbólica”no âmbito das exéquias fúnebres de Jonas Savimbi.

Dezenas de apoiantes do partido do “Galo Negro” montaram, dentro da “Casa Branca”, inúmeras tendas, onde permanecem há vários dias na expectativa de prestar homenagem ao “guia e mestre” Jonas Savimbi, cujos restos mortais era suposto passarem pelo Huambo, o que não aconteceu.

As divergências entre o Governo do MPLA, de um lado, e familiares de Jonas Savimbi e dirigentes da UNITA, do outro, continuam a gerar um impasse na entrega dos restos mortais, depositados terça-feira numa unidade militar no Andulo, no norte da província do Bié, depois de o “Galo Negro”ter elaborado um programa que previa a entrega do corpo no Cuíto, a capital provincial.

Hoje de manhã, várias dezenas de simpatizantes de Savimbi continuavam a aguardar por uma definição, com informações contraditórias sobre o paradeiro do líder da UNITA, umas que davam conta da presença de Isaías Samakuva no Andulo, outras que avançavam que iria seguir para Luanda para se encontrar com o Presidente João Lourenço.

Fonte do partido disse à Lusa que Samakuva será recebido hoje, em Luanda, por João Lourenço, reunião que tem por objectivo esclarecer o impasse, para que o funeral de Savimbi, previsto pela UNITA para o próximosábado, possa ocorrer de acordo com o calendário da formação política.

Na “Casa Branca”, na Rua 49, onde dezenas de bandeiras da UNITA estão a meia haste, o silêncio é respeitado por todos, pelo que ninguém quis falar, seguindo as ordens de Samakuva, que pediu aos apoiantes para se “manterem serenos”, para evitar especulações desnecessárias.

Por seu lado, Américo Wongo, secretário provincial adjunto da UNITA no Huambo, referiu que aguarda por uma comunicação superior para que se possa dar continuidade ao programa das exéquias fúnebres de Savimbiem Lopitanga, pequena localidade a 30 quilómetros do Andulo, onde o líder histórico do “Galo Negro” pediu, em vida, para ser sepultado, junto às campas dos pais.

“Com esta humilhação que a família biológica e partidária passa, Samakuva entendeu enviar uma carta ao Presidente da República para buscar os porquês, para saber se o Presidente está por dentro da situação ou se há alguém a violar o acordado, afirmou Américo Wongo.

segundo o general russo Valentin Varennikov

No livro “Irrepetível”, o general russoValentin Varennikov, que fez duas comissões em Angola em 1982 e 1983, integrando as forças soviéticas, é feito um retrato de Jonas Savimbi.

Este “episódio” é também referido por José Milhazes no seu livro “Angola o princípio do fim da União Soviética”:

Político enérgico, inteligente e esperto, Savimbi, recorrendo ao seu prestígio (o seu prestígio estava ao nível do de Neto, quando estavam juntos na luta de libertação nacional), infiltrou-se em todas as províncias fulcrais, em todos os seus poros: na economia, política, organização militar, ideologia, ciência, cultura, educação.

Em cada província criou uma região militar dirigida por um comandante e um quartel-general. Levou a cabo uma mobilização e formou destacamentos armados.

Equipou-os com armas, munições, equipamentos, criou centros de preparação desses destacamentos, nomeou governadores os comandantes das regiões militares que lhe eram pessoalmente fiéis.

Em toda a parte foram criadas empresas, estabelecidos contactos económicos entre as províncias.

A fim de reforçar a sua imagem de dirigente e defensor dos interesses dos seus concidadãos, Savimbi dedicava-se pessoalmente à reconstrução de escolas, escrevia manuais para as classes primárias, incluindo um abecedário.

Isto não podia deixar de tocar no coração dos pais, principalmente das mães: um abecedário escrito pessoalmente por Savimbi !

Savimbi segundo o general Samuel Chiwale

“Cruzei-me com a História” é um livro escrito por Samuel Chiwale, ex-Comandante Geral das FALA – Forças Armadas de Libertação de Angola, o exército da UNITA.

Sobre o presidente fundador da UNITA, mesmo que tendo sido vítima de algumas das suas injustiças, Samuel Chiwalediz: “O Dr. Savimbi era um verdadeiro fenómeno: um intelectual de mente clara e pensamento profundo. A juntar a isso estava a sua capacidade de, diante de alguém, traçar mentalmente o seu perfil e, em função disso, recorrer ao argumento apropriado para o convencer. Diante de pessoas com esta dimensão, pouco podemos fazer a não ser segui-las. Foi isso que se passou comigo” (Página 60).

Foi, aliás, isso que se passou com milhões de angolanos.

É claro que nem todos os que privaram com Jonas Savimbi, até mesmo alguns dos que com ele fundaram a UNITA, resistiram à força centrípeta dos dólares do MPLA, como recorda Samuel Chiwale. “Miguel N’Zau Puna e Tony da Costa Fernandes haviam sido comprados pelo MPLA por uns míseros milhões de dólares”, (Página 279).

Muitos dos ilustres dirigentes do MPLA devem ler (partindo do pressuposto, não confirmado, que sabem ler) esta obra da Samuel Chiwale. É que, cada vez mais, a tese de que o MPLA foi o único a dar o corpo e a alma na luta contra o colonialismo português cai por terra.

Se calhar, dos três envolvidos (MPLA, UNITA e FNLA) o partido a quem foi entregue pelos camaradas de Lisboa o Governo de Angola, em 11 de Novembro de 1975, foi o que menos fez pela libertação do país.

Samuel Chiwale desmonta o mais batido argumento do MPLA e dos bajuladores políticos portugueses (PSD, PS, CDS, PCP) quanto à suposta colaboração da UNITA com a PIDE-DGS. Mas, de facto, só o tempo clarificará uma das mais nojentas estratégias dos donos do então poder em Lisboa.

A História de Angola precisa de todos os arquivos da memória. Destes e de outros que tardam em aparecer, eventualmente porque nem tudo foi digno na UNITA, nomeadamente quanto ao processo de traição que levou à morte de Jonas Savimbi, protagonizado por ex-altos quadros militares do “Galo Negro”, como Geraldo Sachipengo Nunda, e, mais uma vez, com o apoio de cérebrosportuguesespagos em dólares roubados aos angolanos.

Savimbi segundo o MPLA

Um dos maiores criminoso e terroristas de África, provavelmente o responsável pelo massacre do 27 de Maio de 1977

 

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Folha 8 com Lusa –  30 DE MAIO DE 2019

Mise en forme : jinga Davixa

 

Governo diz que UNITA é um elemento perturbador,.. e filho de Savimbi acusa ministro.. de mentir …

ANGOLA : MANDELA ET DOS SANTOS, LE GÉANT ET … LE NAIN (LE PYGMÉE)…

ANGOLA – 04 avril 2018 : Paix et réconciliation nationale ?.. un gâchis véritable ?.. Paulo Lukamba Gato

José Eduardo dos Santos : du Socialiste Soviétique au Capitaliste Sauvage.

MPLA : LA GUERRE, SEULE LA GUERRE…CHASSE DU POUVOIR !

ANGOLA : José Eduardo dos Santos n’a jamais voulu d’une Angola, pour les angolais…

Carlos Rosado: « La justice angolaise devrait enquêter sur les ramifications, du système blanchiment d’argent »

CRIMES : Ministro do Interior apela à denúncia de crimes económicos para combater corrupção,…e..O “cabritismo” ?..

ANGOLA : Nandó, Président de l’Assemblée Nationale (…et familiale ?), importera les 250 Lexus 4×4 ! , via son propre fils. (77 millions $)

HITLER SAMUSSUKU : O novo preso politico detido por criticar João Lourenço …

BARBARIE : João Dala est mort … il avait été en 2016, torturé de manière sadique et brutale … 15 heures durant … par les enquêteurs du SIC…

ANGOLA : le.. 12 mars 2012… Perquisition au siège du seul journal privé d’Angola, «Folha 8»…

Governo diz que UNITA é um elemento perturbador,.. e filho de Savimbi acusa ministro.. de mentir …

 

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Maio 28th, 2019 Por Kwaradio

LuandaMilhares de apoiantes da UNITA estão a exigir, à entrada do aeroporto do Cuíto, capital do Bié, os restos mortais de Jonas Savimbi, líder histórico do “Galo Negro”, cujo paradeiro continua desconhecido e a ser alvo de muita especulação.

O corpo, segundo a União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), deveria ter chegado de manhã cedo à capital do Bié, mas, por razões ainda por apurar, não apareceu, havendo um descontentamento popular entre uma multidão que tem vindo a aumentar todas as horas, com fonte policial a estimar a presença e mais de cinco mil simpatizantes do maior partido da oposição.

“Queremos o corpo, queremos Savimbi” é a palavra de ordem repetida incessantemente por quem está à entrada do aeroporto Joaquim Kapango, no Cuíto, com dezenas de elementos da polícia a constituírem-se como uma segunda linha de uma defesa que está a ser assegurada por elementos da própria UNITA que, de mãos dadas, impedem a “invasão” da infraestrutura.

Vários apoiantes de Savimbi, maioritariamente jovens, mas também muitas mulheres criticaram, em declarações à Lusa, a falta de informação do Governo sobre o destino da entrega dos restos mortais do fundador do partido, morto em combate em 2002, o que esteve na base do fim de uma guerra civil em Angola, que começou em 1975 e terminou nesse ano.

“Não sairemos daqui enquanto o corpo não chegar. Ficaremos o tempo que for preciso para recebermos o corpo do `pai`”, disseram à Lusa duas apoiantes da UNITA, exigindo, ao mesmo tempo, a entrega, no Cuíto, dos restos mortais de Savimbi, palavras secundadas pela multidão que as rodeava.

Os ânimos estiveram exaltados cerca das 13:00 locais, quando um grupo de jovens tentou furar o cordão de segurança da própria UNITA, deixando em alerta as forças policiais, face à possibilidade de uma multidão poder entrar no perímetro do aeroporto, cercado com uma rede de ferro com cerca de dois metros e meio de altura.

No entanto, a segurança do partido conseguiu acalmar os jovens e repor a normalidade, perante gritos de jovens que garantiam que não vai haver atos de violência, admitindo, porém, “não saber” o que fazer caso se confirme que o corpo de Savimbi não chega ao Cuíto, onde se encontra toda a direção da UNITA e grande parte da família do líder histórico do partido.

Um pouco antes, em conferência de imprensa no Cuíto, o presidente da UNITA, Isaías Samakuva, garantiu que os apoiantes e simpatizantes do “Galo Negro” têm indicações para não cometerem atos de violência, “algo que, de resto, não está enraizado na cultura do partido“.

A grande maioria dos familiares de Savimbi e membros da direção da UNITA permanecem dentro do perímetro do aeroporto, aguardando por novidades que não chegam, afirmando-se incrédulos com o facto de o Governo estar a desrespeitar o que fora previamente combinado e acertado a 20 deste mês.

Face à inexistência de alguém da parte do Governo no aeroporto do Cuíto, a imprensa nacional e internacional presente está a tentar por diversas vias ouvir a parte governamental, sobretudo depois de o ministro de Estado angolano, Pedro Sebastião, que esteve, por pouco tempo, no aeroporto, ter saído da cidade num helicóptero e ainda não ter regressado.

Desconhece-se o dia em que se procederá às exéquias fúnebres, uma vez que há indicações de que o Governo pretende que se realize na quarta-feira em Lopitanga, aldeia natal de Savimbi, enquanto a UNITA tinha definido que se realizaria no próximo sábado, no mesmo local, com um grande número de convidados nacionais e estrangeiros.

Fonte: Lusa Club-K

 

http://radiokwanza.com/cabrito-bic-chama-se-fernando-telles-apropriou-se-de-forma-ilegal-uma-fazenda-de-6-000-hectares-pertencente-a-familia-do-soba-silva-quinta-vunge

PORQUE NÃO A 27 DE… MAIO ?..

CABRITA-MANIA : Tchizé dos Santos,.. chuta para canto …

UNITA : 52 ans d’existence,.. 52 ans d’expérience … au service de la LIBERTÉ !.. – par : Paulo Lukamba Gato

ANGOLA : une Église inféodée, est identique à une église sans foi.

LAVA JATO : Americanos atacam a Corrupção em Moçambique. E ANGOLA ??..

DICTATURE : Rafael Marques encore en vie ?.. Oui ??.. – Alors,..  l’Angola est une démocratie ?..

 

 

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Maio 24th, 2019 Por Kwaradio

Luanda – A académica angolana  Maria Luísa Abrantes “Milucha” reagiu pela primeira vez a volta das incompreensões que a sua filha, Tchizé dos Santos estaria a enfrentar nas hostes do MPLA, tendo entretanto revelado que já a aconselhou a seguir o seu exemplo: largar o MPLA.

Tchizé escreve: “Eu sou leal aos ensinamentos do MPLA”

A antiga “patroa” da extinta ANIP, fez este pronunciamento, esta semana, em Luanda,  a margem do programa de análise e opinião “Logo” (transmitido via youtube), do politólogo Herlander Napoleão. Ao ser questionada se não lhe custa como mãe ver esta pressão que se vê na deputada Tchizé  dos Santos, aquela jurista angolana respondeu que “Já passei pelo mesmo. A única coisa que como mãe aconselho, apesar de ela fazer  o que quer, é foi a sair do MPLA”.

Questionado novamente sobre o porque aconselha a filha a sair do MPLA, a mesma explicou-se que foi o que “foi o que eu fiz”, garantindo  ser “a melhor coisa”. No ponto de vista de Maria Luísa Abrantes, a filha Tchizé “não está  num meio adequado a vivencia dela e aos seus princípios”.

A sugestão de rotura defendida por Maria Luísa Abrantes aparenta não ser a via pretendida pela filha deputada  que no último domingo (19),   fez sair uma declaração manifestando lealdade aos ensinamentos do  MPLA, e vontade de  ir ao congresso partidário de 2021, para defender  múltiplas candidaturas. Na sua mensagem, Tchizé alega não é ela que deseja ter divergências com o MPLA mas sim este “que me está a atacar”.

“Eu sou leal aos ensinamentos do MPLA tal como a maioria dos militantes de base que já suamos muito a camisola pelo partido MPLA. Eu tenho uma relação de amor com o MPLA desde a minha infância, dos tempos da OPA”, disse lembrando que “O MPLA não foi escriturado em nome de ninguém.

O MPLA pertence a cada militante que paga quotas e eu sou uma delas.”

De recordar que no decurso da luta pela Independência Nacional, a mãe de Tchizé, Maria Luísa Abrantes esteve envolvida no núcleo embrionário da JMPLA em Luanda com figuras como Manuel Van-dunem, Cassange e Delfim. Foi também muito próxima ao conhecido grupo de partidários ligados a “Casa de Angola em Portugal”, ao qual fazia parte José Leitão, José Carlos de Carvalho,  Elisario Vieira Lopes e Zuzarte Mendonça “Tilú”, um então recém formado médico de quem tem um filho.

Logo após a abertura do multipartidarismo entrou em rotura com o MPLA, a nas primeiras eleições gerais em Angola apareceu ligada a campanha eleitoral do extinto Partido de Renovação Democrático (PRD), uma formação política que aglutinava figuras afectadas pelo “27 de Maio”.

O aparecimento da mesma nas vestes de “opositora” foi interpretado em certos meios como um sinal de desilusão para  com o regime.

Ao mesmo tempo mudou-se para Portugal e a seguir, para os Estados Unidos da America. A dada altura, antes de se tornar representante da ANIP, nos EUA, enfrentou algumas limitações de ordem financeira.

O então embaixador angolano em Washington, António França “Ndalu” solidarizou-se com a mesma tendo lhe colocado uma viatura protocolar a disposição. A marginalização por que passou são, até hoje, associadas a um sentimento de reservas identificados no modus operandus do regime angolano.

Ao tempo em que foi “marginalizada”, foi-lhe vetado o acesso ao “Futungo de Bela”, num processo em que Fernando Garcia Miala teria encabeçado, por alegadas  orientações superiores. No seu então apartamento em Virgínia, arredores de Washington, “Milucha” recusava receber diplomatas ou gente de etnia bancongo sob o trauma de poderem estar ligados ao antigo patrão da secreta.

Quando Miala caiu em desgraça do cargo de chefe do SIE- Serviços de Inteligência Externa, ela abriu uma garrafa de champagne para comemorar a queda daquele.

Em varias entrevistas às rádios locais, não esconde o seu desafecto para com Miala.

Antecedentes  de alegadas  Perseguições

Em Dezembro de 2018,

Maria Luísa Abrantes, concedeu uma entrevista a Ràdio LAC, confidenciado ter sido uma das pessoas mais humilhadas pelos serviços secretos do então Presidente José Eduardo dos Santos (JES) e que a perseguiram quando esteve a trabalhar nos Estados Unidos da América, onde representou a Agencia Nacional de Investimento Privado (ANIP).

Os serviços dele (JES) sempre fizeram o pior para me humilhar, dentro e fora do país.” Contou acrescentando que “chegaram ao ponto de fazer um telefonema anonimo e mandar agentes (da polícia americana) em minha casa (Virgínia) quando eu cheguei aos EUA dizendo que tinham uma denuncia dizendo que eu vendia drogas”.

Segundo “Milucha”, os agentes da polícia americana que foram revistar a sua casa “entraram, e verificaram que não havia nada” e que por sua vez, “não falaram com ninguém”.

Entretanto, achou estranho que tendo em conta que os agentes não falaram com ninguém e que inclusive pediram desculpas pelo incidente, o assunto em causa apareceu um mês depois estampado no semanário Folha8, em Luanda.

Milucha, disse na entrevista não ter duvidas de ter sido um trabalho orquestrado pelos serviços de inteligência de Angola.

“Só que eu também consegui fazer a minha investigação, e chegou-se a conclusão (la mesmo) que eram pessoas ligadas a embaixada e a segurança no tempo do senhor Miala (ex-DG do Serviço de Inteligência Externa)”.

Contou igualmente que depois desta armadilha é que “as pessoas começaram a perceber que havia algo errado com estas pessoas (ligadas ao poder) e que eu era uma vitima destas mesmas pessoas.”

Acrescentou ainda que “Não fizeram só a mim. Fizeram também há um embaixador e eu não vou dizer o seu nome.”

Em 2015, Maria Abrantes “Milucha”, reformou-se da função pública, depois de no mês de Abril daquele ano se ter tornado na primeira gestora e PCA  de uma empresa pública (ANIP) a escrever ao Presidente da República, pedindo demissão do cargo.

Presentemente dedica-se a docência, como professora da Universidade Agostinho Neto.

Fonte CLUB-K  – maio 23, 2019

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O Cabritismo ?.. 

 

100% “CABRITISMO” ? : O terreno de TCHIZÉ no talatona,.. Fraude ou Favoritismo …

MILUCHA : Não vou trabalhar num governo… onde “o Cabrito” come, …onde está amarrado… – Luísa Abrantes –

Deputada ‘Tchizé’ dos Santos pede destituição do Presidente

ANGOLA : Comunismo, Népotismo, e….Cabritismo !…

CABRITA-MANIA : Tchizé dos Santos,.. chuta para canto …

Interesses de Isabel dos Santos arrolados no processo de empresas constituídas com dinheiro roubado do Estado …

BANCO-CABRISTIGIO : Tchizé dos Santos “justifica origem”… de fundos para criação de banco…

ANGOLA : Tous les corrompus devront aller en prison,.. et ne pas uniquement acquitter ceux qui feront des dénonciations… – Rafael Marquès de Morais.

MPLA dá ultimato a Tchizé …

CABRITO-CONCESSÃO : para uma compensação ??.. por prejuízo ??…xx.. em bilhões.. de $$..

DEBATE : Direitos Humanos em Angola e Paz ?..

 

 

 

 

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Maio 17th, 2019 Por cabritta

Em entrevista ao “10 Minutos”  do canal SIC notícias a analista Alexandra Simeão afirma que não esperava que João Lourenço arrumasse a casa tão cedo e com a rapidez com que se está a dar.

Para Alexandra Simeão, nesse momento, o povo angolano experimenta sentimento de esperança, a maior parte das pessoas olha para João Lourenço no âmbito do bem maior, como alguém disponível para enfrentar uma mudança por isso ele tem todo apoio do povo.

A analista classifica como “CATASTRÓFICA” a governação de José Eduardo dos Santos nos últimos anos.

“Essa má governação legitima as exonerações levadas a cabo por João Lourenço,” disse a analista.

A antiga vice-ministra da Educação do Governo de Unidade e Reconciliação Nacional, alerta que  exonerar só não basta”.

Para Alexandra Simeão é necessário que João Lourenço mude o paradigma da governação em Angola.

A analista recorda que JES exonerou uma data de pessoas durante a sua longa governação mas nunca conseguiu, com isso, mudar o padrão da sua governação.

Desafios para JLO

A analista Alexandra Simeão acredita que a despartidarização do estado, função e empresas públicas, é  um dos principais desafios de João Lourenço.

Outro desafio é o fortalecimento da opinião pública e o seu empoderamento fora da militância, o que passa pela alteração da constituição no que toca a forma de eleição do Presidente da República.

Oposição

Sobre os partidos da oposição a analista é de opinião que estes devem se reinventar.

 

23/11/2017

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Mise en forme : jinga Davixa

 

ANGOLA : La transigeance comme caractéristique politique… (… une trahison par faiblesse ?.. ou par intérêt ?.. )

SINDIKA DOKOLO : .. O…”Oligarq-ismo” .. “Colecionar-ismo”,.. e… e.. “Cabrit-ismo” ?..

CARTA ABERTA : Ladrão não pode ser Patrão … ( E.. Patrão ?.. um « CABRITO » .?…)

CABRITO-ESCRITORIO : denúncia Escritório de advogado de Rui Ferreira assessora Zenú dos Santos…

KLEPTOCRATIE : Proposition d’ un nouveau Cadre Juridique, contre la Corruption en Angola … – par Rui Verde

ANGOLA : CABINDA, UNE MÉMOIRE POUR UN DIALOGUE DE PAIX …

Executivo vai reaver os quase 5 mil milhões de dólares roubados do Estado,.. pela elite de então …

FAMINE : .. Si Cunene est L’Angola,.. alors Joao Lourenço est un Menteur !..

 

 

 

 

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Maio 14th, 2019 Por Kwaradio

Em entrevista ao “10 Minutos”  do canal SIC notícias a analista Alexandra Simeão afirma que não esperava que João Lourenço arrumasse a casa tão cedo e com a rapidez com que se está a dar.

Para Alexandra Simeão, nesse momento, o povo angolano experimenta sentimento de esperança, a maior parte das pessoas olha para João Lourenço no âmbito do bem maior, como alguém disponível para enfrentar uma mudança por isso ele tem todo apoio do povo.

A analista classifica como “CATASTRÓFICA” a governação de José Eduardo dos Santos nos últimos anos.

“Essa má governação legitima as exonerações levadas a cabo por João Lourenço,” disse a analista.

A antiga vice-ministra da Educação do Governo de Unidade e Reconciliação Nacional, alerta que  exonerar só não basta”.

Para Alexandra Simeão é necessário que João Lourenço mude o paradigma da governação em Angola.

A analista recorda que JES exonerou uma data de pessoas durante a sua longa governação mas nunca conseguiu, com isso, mudar o padrão da sua governação.

Desafios para JLO

A analista Alexandra Simeão acredita que a despartidarização do estado, função e empresas públicas, é  um dos principais desafios de João Lourenço.

Outro desafio é o fortalecimento da opinião pública e o seu empoderamento fora da militância, o que passa pela alteração da constituição no que toca a forma de eleição do Presidente da República.

Oposição

Sobre os partidos da oposição a analista é de opinião que estes devem se reinventar.

 

23/11/2017

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Mise en forme : jinga Davixa

 

ANGOLA : La transigeance comme caractéristique politique… (… une trahison par faiblesse ?.. ou par intérêt ?.. )

SINDIKA DOKOLO : .. O…”Oligarq-ismo” .. “Colecionar-ismo”,.. e… e.. “Cabrit-ismo” ?..

CARTA ABERTA : Ladrão não pode ser Patrão … ( E.. Patrão ?.. um « CABRITO » .?…)

CABRITO-ESCRITORIO : denúncia Escritório de advogado de Rui Ferreira assessora Zenú dos Santos…

KLEPTOCRATIE : Proposition d’ un nouveau Cadre Juridique, contre la Corruption en Angola … – par Rui Verde

https://sos-cabinda.com/angola-cabinda-une-memoire-pour-un-dialogue-de-paix

Executivo vai reaver os quase 5 mil milhões de dólares roubados do Estado,.. pela elite de então …

https://sos-cabinda.com/famine-si-cunene-est-l-angola-alors-joao-lourenco-est-un-menteur

 

 

 

 

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