Dezembro 27th, 2017 Por cabritta

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até …bilhetes de avião !!!..

 Lisboa   O Jornal português expresso, deste fim de semana, revela que  até as viagens de Sindika Dokolo, a Moscovo eram pagas pela Sonangol, quando esta empresta petrolífera estava sob comando da sua esposa Isabel dos Santos.

Fonte: Club-k.net/Expresso

A matéria jornalística, relata “as irregularidades detectadas na gestão de Isabel dos Santos enquanto esteve na Sonangol então longe de ficar por aqui”, por isso mesmo a publicação explica que “num primeiro levantamento das contas da gestão dela apontam para o pagamento da estada do marido, Sindika Dokolo e dos filhos num hotel em Moscovo no valor de 27 mil libras.

Viagens realizadas em janeiro surgem agora suportadas por despachos assinados apressadamente por Isabel dos Santos a 1 de Novembro, além de terem sido descobertos diversos bilhetes de avião a favor do marido e de Edson dos Santos , um dos seus braços-direitos na Sonangol, e respectiva mulher”, le-se na matéria jornalística assinada pelo correspondente do expresso em Luanda, Gustavo Costa.

…desvio de 38 milhões $$$

Sarju Raikundalia ex- administrador financiero da Sonangol

Para além de cobertura de despesas pessoais com fundos da petrolífera estatal, o expresso revela também outros pagamentos feitos por Isabel dos Santos as suas empresas.  De acordo com o Expresso, o luso-indiano Sarju Raikundalia que se ocupava das finanças da empresa, no dia da tomada de posse da nova administração liderada por Carlos Saturnino procedeu a transferência de 38 milhões $$$ para as contas de dias empresas da filha de Eduardo dos Santos – a Malter Business Solucions, DMCC e a Iron-Sea Consulting, DMCC – ambas com sede no Dubai.

A defesa de Isabel dos Santos

Fonte oficial da empresaria angolana respondeu por escrito a varias questões colocadas pelo Expresso. Nomeadamente , sobre as transparências para a Matter, despesas com hotéis e benefícios dos ex-administradores da Sonangol, o papel dos consultores e a disputa na Esperaza.

“A Matter é parte do consorcio das empresas de consultoria, contratadas pelo executivo angolano para efectuar o projecto de Restruturação Sonangol, tendo sido a empresa coordenada do projecto. As transferências dizem respeito ao pagamento normal de faturas das diversas empresas a petrolífera italiana tomo”.

 Club-k.net/Expresso – dezembro 17, 2017

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HOLD-UP : 135 millions $$$ !!! vidés des caisses de SONANGOL,.. Isabel a-t-elle frappé ?…

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Dezembro 3rd, 2017 Por cabritta

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Para quem não sabe (isto é como quem diz!), Isabel dos Santos é filha do Presidente do MPLA (José Eduardo dos Santos), do ex-Titular do Poder Executivo (José Eduardo dos Santos) e do ex-Presidente da República (José Eduardo dos Santos) que, aliás, foi quem a nomeou para Presidente do Conselho de Administração da Sonangol.

Fundada em 1993 e com clientes como Sharon Stone ou Kim Kardashian, a compra da joalharia De Grisogono foi feita em 2012 através da empresa “Victoria Holding Limited”, uma parceria entre a empresa do regime angolano Sodiam (Sociedade de Comercialização de Diamantes de Angola) e uma empresa privada, “Melbourne Investments”, que tem o marido de Isabel dos Santos, Sindika Dokolo, como o único proprietário.

Segundo a revista Forbes, “não é claro que Dokolo tenha feito algum investimento financeiro na Melbourne Investments ou se a Melbourne contribuiu com dinheiro para a compra”.

“A Sodiam, enquanto empresa estatal (a sua equipa de gestão, o presidente e director-executivo foram todos – até à chegada de João Lourenço à Presidência de Angola – nomeados por José Eduardo dos Santos), é obrigada a declarar publicamente todos os seus negócios no país e no estrangeiro, mas até agora a parceria com Dokolo era um segredo”, escreveu a revista em 2014, dois anos depois da compra.

CABRITISMO : La Sodiam entreprise (publique) de diamants quitte le négoce (privé)…de bijoux d’Isabel dos Santos… – Angola24horas-

  No ano passado, a De Grisogono comprou o diamante bruto mais caro do mundo, o Constellation, de 813 quilates, por 63.1 milhões de dólares (cerca de 60 milhões de euros). Também em 2016, comprou um diamante de 404 quilates e sete centímetros de comprimento, o maior alguma vez encontrado em Angola, por uma quantia não divulgada. No mês em que foi encontrada esta pedra, outros sete diamantes de grandes dimensões foram descobertos numa mina na província da Lunda Norte, uma zona muito pobre onde não existe electricidade ou ligações telefónicas em grande parte do território.

Na campanha presidencial de 2012, no entanto, segundo o que foi divulgados publicamente, também pelo Folha 8, o presidente José Eduardo dos Santos queixou-se de que as receitas da extracção de diamantes na região não chegavam “sequer para pagar as estradas”.

A De Grisogono até há bem pouco tempo era uma pequena empresa onde trabalhavam 150 pessoas, em Plan-les-Ouates, perto de Genebra, na Suíça.

Com boutique na Madison Avenue, em Nova Iorque, mas PME de importância mediana no ramo da joalharia e relógios de luxo, de repente, eis que ficamos a saber que essa “cambuta” ambiciona ser líder mundial desse sector.

A razão foi (é) uma pedra, grande, um diamante que aterrou na sua mesa como que caída do céu ou por encanto, dando origem a uma mega festança que reuniu 700 VIP’s, modelos de “passerelle” e actrizes, organizada em Maio de 2016 por ocasião do Festival de Cinema de Cannes no Eden Roc e com ampla mediatização na imprensa internacional.

O fundador, PCA e director artístico da De Grisogono, Fawaz Gruosi, a partir daí começou a ver o futuro da sua empresa em tons de azul e ouro, com notas verdes pelo meio, depois de ter comprado a referida pedra, excepcional, um diamante angolano de 404 quilates, então recentemente encontrado na mina de Lucapa, província da Lunda-Norte.

“Estou muito nervoso, este diamante tira-me o sono, é a primeira vez que me preocupo por não ser capaz de fazer o que tenho que fazer. A minha responsabilidade é enorme”, disse Fawaz Gruosi, solicitado a comentar, na sua boutique de Nova Iorque, a descoberta do pedregulho. Responsabilidade tão grande que Gruosi não se aventurou a lapidar o mambo sozinho e recorreu aos serviços do prestigioso lapidário nova-iorquino Ben Green.

Compreensível, pois a verdade é que, com o “404”, a sua empresa e ele próprio mudavam de estatuto, como alegou um especialista do ramo diamantífero em Genebra. “Em geral, este tipo de aquisição é reservado às maiores empresas, como a Graff ou a Winston”, disse ele.

Trata-se, de facto, de um golpe de mestre. O “404” era o maior diamante jamais descoberto em Angola e nunca a marca De Grisogono tinha obtido uma pedra deste calibre.

Mas vamos com calma… por essa altura, o que de maior reboliço e irritação grassava na área diamantífera entre os concorrentes da De Grisonogo, era o ciúme, a sua meteórica ascensão e a exageradamente dispendiosa maneira de divulgar a existência desse diamante na supra-citada gala VIP no Eden Roc.

Por outro lado, sejamos francos, a De Grisogono podia dar-se ao luxo de ser generosa. Porque a sua marca, contas bem feitas, tem (tinha) aliados que lhe permitem desempenhar um papel de liderança.

Recapitulemos. Em 2012, a empresa foi adquirida – por meio de uma montagem ad hoc, offshore – pelo empresário Sindika Dokolo, marido de Isabel dos Santos.

Monsieur Dokolo avançou com 100 milhões de francos suíços destinados a transformar a De Grisogono num cliente privilegiado de diamantes angolanos destinados à joalharia. Vai de si que, com a compra do “404”, esta visão estratégica se concretizou na prática de maneira deveras espectacular.

Por outro lado, Sindika Dokolo também está por trás da Nemesis, uma empresa de diamantes em Dubai, nada de um parente 18 meses antes. De acordo com o seu director, Nicky Polak, foi ela, a Nemesis, que comprou o “404” à empresa estatal angolana, Sodiam, antes de vender os seus direitos à De Grisogono (que não pagou nem um Luei, só pagaria no final da lapidação e receberá lucros que se contam em milhões de dólares).

Portanto, não é preciso ser perito em economia para ver neste lance que o diamante passou de uma empresa do Estado, controlada pela filha do então presidente da República, Sodiam, para as empresas privadas, Nemesis e De Grisogono, que são propriedade de Sindika Dokolo, marido da dita filha do dito ex-presidente.

Entretanto, perguntas ficam no ar: quantos milhões de dólares do Estado foram vazados para bolsos privados neste lance? Quantos biliões de dólares, em nome da lei instaurada por este regime, em nome dos usos, dos costumes e das velhas técnicas arcaicas de enriquecimento, têm sido, ao longo de décadas, ou melhor, ao longo de séculos, desviados em detrimento do verdadeiro dono do nosso país, o povo de Angola? Ela, a lei, existe, isto não é roubo, é simplesmente um histórico desfalque institucionalizado.

le 1 de dezembro 2017

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Le Contrôle du diamant, la « trêve fragile » entre José Eduardo dos Santos et João Lourenço, menacée.

LUNDA NORTE : LA MORT… ET LA TERREUR… SUR LE PROTECTORAT

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Dezembro 2nd, 2017 Por cabritta

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A empresa pública angolana Sodiam, responsável pela comercialização dos diamantes do país, anunciou hoje a saída da sociedade que controla a holding do grupo ‘De Grisogono’, a joalharia de luxo suíça detida por Isabel dos Santos e pelo marido Sindika Dokolo

LUXO : Até viagens de Sindika à Moscovo eram pagas pela Sonangol …e pelo « cabritismo »…

FUGA AO FISCO : Isabel dos Santos acusada através da Cruz Vermelha de Angola !.. – Angola 24 horas.

ANGOLA : La « Ex-Princesse » Isabel menace de poursuivre (VOA), Voice of America…

LUXO : … E por falar na De Grisogono, Isabel e Sindika…na « cabritismo »…

Le Contrôle du diamant, la « trêve fragile » entre José Eduardo dos Santos et João Lourenço, menacée.

 

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